A VINGANÇA: DRAMA SOCIAL SEM PIEDADE

O ESCRITOR ANTONIO MELO SUPERA O JORNALISTA ANTONIO MELO. E PERCEBA QUE O JORNALISTA TEM UMA HISTÓRIA DE SUCESSO, COM PASSAGEM PELOS MAIORES JORNAIS E REVISTAS DO PAÍS.

OS 70 ANOS DE VIDA E OS 56 DE EXPERIÊNCIA LABORAL DO JORNALISTA, DO REDATOR DE PUBLICIDADE E TAMBÉM DO MARQUETEIRO POLÍTICO, ESTÃO, INTEIRINHAS, NAS ENTRELINHAS DO ROMANCE “A VINGANÇA”, PUBLICADO PELA Z EDITORA, QUE É UM RELATO CRUEL DO DRAMA SOCIAL QUE CARACTERIZA A DUREZA DA VIDA NO NORDESTE, POUCO DIFERENTE DO QUE SE VÊ EM OUTRAS REGIÕES DO BRASIL E TAMBÉM DOS OUTROS PAÍSES LATINOS AQUI NAS AMÉRICAS.

EMBORA ABORDADAS SEM PROFUNDIDADE FILOSÓFICA, AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO POVO ESTÃO NA PRIMEIRA E MUITO BEM ELABORADA FICÇÃO LITERÁRIA DE ANTONIO MELO.

OS COSTUMES SOCIAIS, A RELIGIOSIDADE, A POLÍTICA, A CORRUPÇÃO E OS NEGÓCIOS COM O DINHEIRO DO GOVERNO SAINDO DOS COFRES PÚBLICOS PARA FINANCIAR CAMPANHAS ELEITORAIS, GUERRILHAS URBANAS, PISTOLAGEM E PROSTITUIÇÃO, ESTÃO RELATADOS COM MAESTRIA PELO EXPERIENTE REPÓRTER.

UM DETALHE CHAMA A ATENÇÃO E, DE CARA, COLOCA O AUTOR ANTONIO MELO ENTRE OS MELHORES QUE JÁ ESCREVERAM SOBRE AS AGRURAS SOCIAIS DO NORDESTINO: O RELATO FIEL E CRUEL DA DURA REALIDADE VIVENCIADA NO DIA A DIA DA POPULAÇÃO DESASISTIDA.

OS QUE RECEBEM AS BENESSES E OS PRIVILÉGIOS DO GOVERNO, NA OBRA DE ANTONIO MELO, FAZEM O QUE PODEM E O QUE NÃO DEVERIAM FAZER PARA MANTER AS SUAS MAMATAS.

MATAM E MANDAM MATAR, COMO UMA ATITUDE BANAL E PARTE DA JUSTIFICADA E NECESSÁRIA LUTA PARA A MANUTENÇÃO DOS BENEFICIOS PROPORCIONADOS PELO DINHEIRO PÚBLICO, FONTE INESGOTÁVEL DE RECURSOS PARA UMA REGIÃO CUJA POPULAÇÃO, INFELIZMENTE, VIVE QUASE QUE TOTALMENTE DOS RECURSOS DO TESOURO PÚBLICO, DO GOVERNO.

DÓI, MACHUCA, MAS É REAL E TODO MUNDO SABE. SABE, SIM, MAS FAZ DE CONTA QUE NÃO EXISTE. ATÉ OS DIAS ATUAIS.

AS PERSONAGENS DO DRAMA “A VINGANÇA” E AS SUAS ESTÓRIAS, NO BOM LIVRO DE ANTONIO MELO, SÃO PURA FICÇÃO. MAS, BASTA UMA LEITURA MAIS REFLEXIVA PARA QUE A SEMELHANÇA COM PESSOAS E HISTÓRIAS REAIS COMECEM A SE MISTURAR NESSE DRAMA TERRÍVEL, ONDE REPITO, AS PERSONAGENS E AS ESTÓRIAS, EMBORA FICÇÃO, ACONTECEM NUM CENÁRIO REAL, BASEADO EM HISTÓRIAS REAIS.

É DURO, MAS É A REALIDADE NARRADA NA FICÇÃO!

RECOMENDO! BOA LEITURA!

É POR AÍ!…

A VINGANÇA: DRAMA SOCIAL SEM PIEDADE

O ESCRITOR ANTONIO MELO SUPERA O JORNALISTA ANTONIO MELO. E PERCEBA QUE O JORNALISTA TEM UMA HISTÓRIA DE SUCESSO, COM PASSAGEM PELOS MAIORES JORNAIS E REVISTAS DO PAÍS.

OS 70 ANOS DE VIDA E OS 56 DE EXPERIÊNCIA LABORAL DO JORNALISTA, DO REDATOR DE PUBLICIDADE E TAMBÉM DO MARQUETEIRO POLÍTICO, ESTÃO, INTEIRINHAS, NAS ENTRELINHAS DO ROMANCE “A VINGANÇA”, PUBLICADO PELA Z EDITORA, QUE É UM RELATO CRUEL DO DRAMA SOCIAL QUE CARACTERIZA A DUREZA DA VIDA NO NORDESTE, POUCO DIFERENTE DO QUE SE VÊ EM OUTRAS REGIÕES DO BRASIL E TAMBÉM DOS OUTROS PAÍSES LATINOS AQUI NAS AMÉRICAS.

EMBORA ABORDADAS SEM PROFUNDIDADE FILOSÓFICA, AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO POVO ESTÃO NA PRIMEIRA E MUITO BEM ELABORADA FICÇÃO LITERÁRIA DE ANTONIO MELO.

OS COSTUMES SOCIAIS, A RELIGIOSIDADE, A POLÍTICA, A CORRUPÇÃO E OS NEGÓCIOS COM O DINHEIRO DO GOVERNO SAINDO DOS COFRES PÚBLICOS PARA FINANCIAR CAMPANHAS ELEITORAIS, GUERRILHAS URBANAS, PISTOLAGEM E PROSTITUIÇÃO, ESTÃO RELATADOS COM MAESTRIA PELO EXPERIENTE REPÓRTER.

UM DETALHE CHAMA A ATENÇÃO E, DE CARA, COLOCA O AUTOR ANTONIO MELO ENTRE OS MELHORES QUE JÁ ESCREVERAM SOBRE AS AGRURAS SOCIAIS DO NORDESTINO: O RELATO FIEL E CRUEL DA DURA REALIDADE VIVENCIADA NO DIA A DIA DA POPULAÇÃO DESASISTIDA.

OS QUE RECEBEM AS BENESSES E OS PRIVILÉGIOS DO GOVERNO, NA OBRA DE ANTONIO MELO, FAZEM O QUE PODEM E O QUE NÃO DEVERIAM FAZER PARA MANTER AS SUAS MAMATAS.

MATAM E MANDAM MATAR, COMO UMA ATITUDE BANAL E PARTE DA JUSTIFICADA E NECESSÁRIA LUTA PARA A MANUTENÇÃO DOS BENEFICIOS PROPORCIONADOS PELO DINHEIRO PÚBLICO, FONTE INESGOTÁVEL DE RECURSOS PARA UMA REGIÃO CUJA POPULAÇÃO, INFELIZMENTE, VIVE QUASE QUE TOTALMENTE DOS RECURSOS DO TESOURO PÚBLICO, DO GOVERNO.

DÓI, MACHUCA, MAS É REAL E TODO MUNDO SABE. SABE, SIM, MAS FAZ DE CONTA QUE NÃO EXISTE. ATÉ OS DIAS ATUAIS.

AS PERSONAGENS DO DRAMA “A VINGANÇA” E AS SUAS ESTÓRIAS, NO BOM LIVRO DE ANTONIO MELO, SÃO PURA FICÇÃO. MAS, BASTA UMA LEITURA MAIS REFLEXIVA PARA QUE A SEMELHANÇA COM PESSOAS E HISTÓRIAS REAIS COMECEM A SE MISTURAR NESSE DRAMA TERRÍVEL, ONDE REPITO, AS PERSONAGENS E AS ESTÓRIAS, EMBORA FICÇÃO, ACONTECEM NUM CENÁRIO REAL, BASEADO EM HISTÓRIAS REAIS.

É DURO, MAS É A REALIDADE NARRADA NA FICÇÃO!

RECOMENDO! BOA LEITURA!

É POR AÍ!…

‘10 MEDIDAS’ VOLTAM À CÂMARA FEDERAL E RECOMEÇA A LUTA PELA APROVAÇÃO

Ministro Lux Fux. * Foto – Internet – Pedro Ladeira – Folhapress

Vamos recordar quais são as 10 propostas do Ministério Público Federal apoiado pelos Ministérios Públicos de todo o Brasil, para combater e reduzir a corrupção de dinheiro público no Brasil.

O projeto de lei, de origem popular, com as 10 Medidas voltou para a Câmara dos Deputados por determinação do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal – STF.

O presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia, que antes havia declarado que a decisão era uma invasão do Poder Judiciário no Poder Legislativo, agora está mais calmo, embora ainda não tenha anunciado como será a nova tramitação do projeto.

Conheça as 10 Medidas do projeto:

1

Prevenção à corrupção, transparência e proteção à fonte de informação

Esta medida inclui a destinação de parte dos recursos de publicidade dos entes da Administração Pública (entre 10% e 20%) a programas de marketing voltados a estabelecer uma cultura de intolerância à corrupção e a conscientizar a população sobre os danos sociais e individuais causados por ela. Além disso, propõe o treinamento reiterado de todos os funcionários públicos em posturas e procedimentos contra a corrupção, o estabelecimento de códigos de ética claros e a realização de programas de conscientização e pesquisas em escolas e universidades. Para estimular denúncias de casos de corrupção, pretende-se garantir sigilo da testemunha. Por fim, propõe-se ainda, mecanismos que  garantam a celeridade dos processos, sempre que seu trâmite demorar mais do que a duração razoável.

2

Criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos

A proposta torna crime o enriquecimento ilícito de agentes públicos, com previsão de pena de prisão variando entre três e oito anos. A medida pretende garantir que o agente público não fique impune mesmo quando não for possível descobrir ou comprovar quais foram os atos específicos de  corrupção praticados por ele. Ou seja, ainda que não tenha sido possível comprovar o crime de corrupção na origem, o fato de o agente público ter adquirido considerável patrimônio, absolutamente incompatível com seus rendimentos, poderá acarretar a responsabilização, pela evidência do enriquecimento ilícito.

3

 Aumento das penas e crime hediondo para corrupção de altos valores

Prevê o aumento de pena para crimes de colarinho branco conforme o valor do dinheiro desviado. Assim, quanto maior o dano causado ao patrimônio público, maior será a condenação, que pode variar de 12 até 25 anos de prisão, quando o montante for superior a R$ 8 milhões. A ampliação da pena objetiva coibir a prática da corrupção, bem como evitar a prescrição dos crimes desta natureza. Além disso, atribui aos crimes de corrupção peso equivalente aos crimes praticados contra a vida, pois a corrupção mata ao desviar recursos públicos que deveriam garantir direitos essenciais como saúde, educação, saneamento básico e segurança.

4

Aumento da eficiência e da justiça dos recursos no processo penal

São propostas 11 alterações pontuais no Código de Processo Penal (CPP) e uma emenda constitucional, a fim de dar celeridade à tramitação de recursos em casos do chamado “crime do colarinho branco”, sem prejuízo do direito de defesa do réu. Atualmente, brechas na lei permitem que a sentença final desse tipo de crime demore mais de 15 anos para ser proferida, diante de recursos e estratégias que protelam as decisões.

Essas alterações incluem a possibilidade de execução imediata da condenação quando o tribunal reconhece abuso do direito de recorrer; a revogação dos embargos infringentes e de nulidade; a extinção da figura do revisor; a vedação dos embargos de declaração de embargos de declaração; a simultaneidade do julgamento dos recursos especiais e extraordinários; novas regras para habeas corpus; e a possibilidade de execução provisória da pena após julgamento de mérito do caso por tribunal de apelação, conforme acontece em inúmeros países.

5

Celeridade nas ações de improbidade administrativa

A medida propõe três alterações na Lei nº 8.429/92, que trata das sanções aplicáveis a agentes públicos que cometem atos de improbidade administrativa, para agilizar a tramitação de ações dessa natureza. Dentre as alterações estão a adoção de uma defesa inicial única (hoje ela é duplicada); a criação de varas, câmaras e turmas especializadas para julgar ações de improbidade administrativa e ações decorrentes da lei anticorrupção.

6

Reforma no sistema de prescrição penal

Um crime prescreve quando o julgamento final de um caso demora tanto tempo que a punição perde seu efeito. Nos crimes de colarinho branco, muitas vezes essa demora é utilizada como manobra de defesa, que interpõe recursos e outras medidas judiciais para retardar o andamento do processo e, assim, evitar a punição dos acusados.

A proposta consiste em promover alterações nos artigos do Código Penal referentes ao sistema prescricional, a fim de se evitar que decisões judiciais sejam postergadas e acarretem a prescrição. Também permite que a contagem do prazo da prescrição da pretensão executória comece a contar do trânsito em julgado (decisão de última instância, quando não cabe mais recurso) para todas as partes, e não apenas para a acusação, como é hoje. Além disso, são sugeridas alterações para se evitar que o prazo para prescrição continue correndo enquanto há pendências de julgamento de recursos especiais e extraordinários. Pretende-se, ainda, que as prescrições possam ser interrompidas por decisões posteriores à sentença e por recursos da acusação.

7

Ajustes nas nulidades penais

Esta medida propõe uma série de alterações no capítulo do Código de Processo Penal que trata de nulidades, com o objetivo de que a anulação e a exclusão da prova somente ocorram quando houver uma efetiva e real violação de direitos do réu. Busca-se evitar que o princípio da nulidade seja utilizado pela defesa para retardar ou comprometer o andamento do processo.

8

Responsabilização dos partidos políticos e criminalização do caixa dois

A medida pretende responsabilizar, de forma objetiva, os partidos políticos em relação a práticas corruptas, à criminalização da contabilidade paralela (caixa 2) e à criminalização eleitoral da lavagem de dinheiro produto de crimes, de fontes de recursos vedadas pela legislação eleitoral ou que não tenham sido contabilizados na forma exigida pela legislação.

9

Prisão preventiva para evitar a dissipação do dinheiro desviado

Propõe mudanças na lei para que o dinheiro ilícito seja rastreado mais rapidamente, facilitando tanto as investigações como o bloqueio de bens obtidos de forma ilegal. Também cria a hipótese de prisão extraordinária para permitir a identificação e a localização de dinheiro e/ou bens provenientes de crime, evitando que sejam utilizados para financiar a fuga ou a defesa do investigado/acusado.

10

Recuperação do lucro derivado do crime

Esta medida traz duas inovações legislativas que acabam com brechas na lei para evitar que o criminoso alcance vantagens indevidas. A primeira delas é a criação do confisco alargado, que permite o confisco dos valores existentes entre a diferença do patrimônio declarado e o adquirido comprovadamente de maneira ilegal (como os obtidos através de crimes contra a Administração Pública e do tráfico de drogas). A segunda inovação é a ação civil de extinção de domínio, que possibilita que a Justiça declare a perda de bens obtidos de forma ilícita, independentemente da responsabilização do autor do ato infracional.

* Fonte: http://www.mppr.mp.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=6193

Aproveite e compatilhe esta informação com os seus familiares e amigos que também desejam o fim da corrupção com dinheiro público no Brasil.

Se cada um fizer a sua parte nesta luta contra a corrupção, breve teremos um país muito melhor para se viver.

Quando publicar ou compartilhar alguma notícia sobre isso, use hastags.

#10Medidas #Euapoio10medidas

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

‘10 MEDIDAS’ VOLTAM À CÂMARA FEDERAL E RECOMEÇA A LUTA PELA APROVAÇÃO

Ministro Lux Fux. * Foto – Internet – Pedro Ladeira – Folhapress

Vamos recordar quais são as 10 propostas do Ministério Público Federal apoiado pelos Ministérios Públicos de todo o Brasil, para combater e reduzir a corrupção de dinheiro público no Brasil.

O projeto de lei, de origem popular, com as 10 Medidas voltou para a Câmara dos Deputados por determinação do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal – STF.

O presidente da Câmara Federal, deputado Rodrigo Maia, que antes havia declarado que a decisão era uma invasão do Poder Judiciário no Poder Legislativo, agora está mais calmo, embora ainda não tenha anunciado como será a nova tramitação do projeto.

Conheça as 10 Medidas do projeto:

1

Prevenção à corrupção, transparência e proteção à fonte de informação

Esta medida inclui a destinação de parte dos recursos de publicidade dos entes da Administração Pública (entre 10% e 20%) a programas de marketing voltados a estabelecer uma cultura de intolerância à corrupção e a conscientizar a população sobre os danos sociais e individuais causados por ela. Além disso, propõe o treinamento reiterado de todos os funcionários públicos em posturas e procedimentos contra a corrupção, o estabelecimento de códigos de ética claros e a realização de programas de conscientização e pesquisas em escolas e universidades. Para estimular denúncias de casos de corrupção, pretende-se garantir sigilo da testemunha. Por fim, propõe-se ainda, mecanismos que  garantam a celeridade dos processos, sempre que seu trâmite demorar mais do que a duração razoável.

2

Criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos

A proposta torna crime o enriquecimento ilícito de agentes públicos, com previsão de pena de prisão variando entre três e oito anos. A medida pretende garantir que o agente público não fique impune mesmo quando não for possível descobrir ou comprovar quais foram os atos específicos de  corrupção praticados por ele. Ou seja, ainda que não tenha sido possível comprovar o crime de corrupção na origem, o fato de o agente público ter adquirido considerável patrimônio, absolutamente incompatível com seus rendimentos, poderá acarretar a responsabilização, pela evidência do enriquecimento ilícito.

3

 Aumento das penas e crime hediondo para corrupção de altos valores

Prevê o aumento de pena para crimes de colarinho branco conforme o valor do dinheiro desviado. Assim, quanto maior o dano causado ao patrimônio público, maior será a condenação, que pode variar de 12 até 25 anos de prisão, quando o montante for superior a R$ 8 milhões. A ampliação da pena objetiva coibir a prática da corrupção, bem como evitar a prescrição dos crimes desta natureza. Além disso, atribui aos crimes de corrupção peso equivalente aos crimes praticados contra a vida, pois a corrupção mata ao desviar recursos públicos que deveriam garantir direitos essenciais como saúde, educação, saneamento básico e segurança.

4

Aumento da eficiência e da justiça dos recursos no processo penal

São propostas 11 alterações pontuais no Código de Processo Penal (CPP) e uma emenda constitucional, a fim de dar celeridade à tramitação de recursos em casos do chamado “crime do colarinho branco”, sem prejuízo do direito de defesa do réu. Atualmente, brechas na lei permitem que a sentença final desse tipo de crime demore mais de 15 anos para ser proferida, diante de recursos e estratégias que protelam as decisões.

Essas alterações incluem a possibilidade de execução imediata da condenação quando o tribunal reconhece abuso do direito de recorrer; a revogação dos embargos infringentes e de nulidade; a extinção da figura do revisor; a vedação dos embargos de declaração de embargos de declaração; a simultaneidade do julgamento dos recursos especiais e extraordinários; novas regras para habeas corpus; e a possibilidade de execução provisória da pena após julgamento de mérito do caso por tribunal de apelação, conforme acontece em inúmeros países.

5

Celeridade nas ações de improbidade administrativa

A medida propõe três alterações na Lei nº 8.429/92, que trata das sanções aplicáveis a agentes públicos que cometem atos de improbidade administrativa, para agilizar a tramitação de ações dessa natureza. Dentre as alterações estão a adoção de uma defesa inicial única (hoje ela é duplicada); a criação de varas, câmaras e turmas especializadas para julgar ações de improbidade administrativa e ações decorrentes da lei anticorrupção.

6

Reforma no sistema de prescrição penal

Um crime prescreve quando o julgamento final de um caso demora tanto tempo que a punição perde seu efeito. Nos crimes de colarinho branco, muitas vezes essa demora é utilizada como manobra de defesa, que interpõe recursos e outras medidas judiciais para retardar o andamento do processo e, assim, evitar a punição dos acusados.

A proposta consiste em promover alterações nos artigos do Código Penal referentes ao sistema prescricional, a fim de se evitar que decisões judiciais sejam postergadas e acarretem a prescrição. Também permite que a contagem do prazo da prescrição da pretensão executória comece a contar do trânsito em julgado (decisão de última instância, quando não cabe mais recurso) para todas as partes, e não apenas para a acusação, como é hoje. Além disso, são sugeridas alterações para se evitar que o prazo para prescrição continue correndo enquanto há pendências de julgamento de recursos especiais e extraordinários. Pretende-se, ainda, que as prescrições possam ser interrompidas por decisões posteriores à sentença e por recursos da acusação.

7

Ajustes nas nulidades penais

Esta medida propõe uma série de alterações no capítulo do Código de Processo Penal que trata de nulidades, com o objetivo de que a anulação e a exclusão da prova somente ocorram quando houver uma efetiva e real violação de direitos do réu. Busca-se evitar que o princípio da nulidade seja utilizado pela defesa para retardar ou comprometer o andamento do processo.

8

Responsabilização dos partidos políticos e criminalização do caixa dois

A medida pretende responsabilizar, de forma objetiva, os partidos políticos em relação a práticas corruptas, à criminalização da contabilidade paralela (caixa 2) e à criminalização eleitoral da lavagem de dinheiro produto de crimes, de fontes de recursos vedadas pela legislação eleitoral ou que não tenham sido contabilizados na forma exigida pela legislação.

9

Prisão preventiva para evitar a dissipação do dinheiro desviado

Propõe mudanças na lei para que o dinheiro ilícito seja rastreado mais rapidamente, facilitando tanto as investigações como o bloqueio de bens obtidos de forma ilegal. Também cria a hipótese de prisão extraordinária para permitir a identificação e a localização de dinheiro e/ou bens provenientes de crime, evitando que sejam utilizados para financiar a fuga ou a defesa do investigado/acusado.

10

Recuperação do lucro derivado do crime

Esta medida traz duas inovações legislativas que acabam com brechas na lei para evitar que o criminoso alcance vantagens indevidas. A primeira delas é a criação do confisco alargado, que permite o confisco dos valores existentes entre a diferença do patrimônio declarado e o adquirido comprovadamente de maneira ilegal (como os obtidos através de crimes contra a Administração Pública e do tráfico de drogas). A segunda inovação é a ação civil de extinção de domínio, que possibilita que a Justiça declare a perda de bens obtidos de forma ilícita, independentemente da responsabilização do autor do ato infracional.

* Fonte: http://www.mppr.mp.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=6193

Aproveite e compatilhe esta informação com os seus familiares e amigos que também desejam o fim da corrupção com dinheiro público no Brasil.

Se cada um fizer a sua parte nesta luta contra a corrupção, breve teremos um país muito melhor para se viver.

Quando publicar ou compartilhar alguma notícia sobre isso, use hastags.

#10Medidas #Euapoio10medidas

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

EU APOIO E QUERO: 10 MEDIDAS CONTRA A CORRUPÇÃO!

Conheça as propostas do Ministério Público Federal apoiadas pelos Ministérios Públicos de todo o Brasil, para combater e reduzir a corrupção de dinheiro público no Brasil.

10 Medidas

* Foto: Divulgação.

O projeto de lei, que recebe apoio popular, com as 10 Medidas já está na Câmara dos Deputados e, finalmente, recebeu a assinatura do presidente em exercício da Casa, Waldir Maranhão, para começar a tramitar.

Resultado da campanha nas mídias digitais com a hastag #assinaMaranhão.

Veja quais são as propostas:

1

Prevenção à corrupção, transparência e proteção à fonte de informação

Esta medida inclui a destinação de parte dos recursos de publicidade dos entes da Administração Pública (entre 10% e 20%) a programas de marketing voltados a estabelecer uma cultura de intolerância à corrupção e a conscientizar a população sobre os danos sociais e individuais causados por ela. Além disso, propõe o treinamento reiterado de todos os funcionários públicos em posturas e procedimentos contra a corrupção, o estabelecimento de códigos de ética claros e a realização de programas de conscientização e pesquisas em escolas e universidades. Para estimular denúncias de casos de corrupção, pretende-se garantir sigilo da testemunha. Por fim, propõe-se ainda, mecanismos que  garantam a celeridade dos processos, sempre que seu trâmite demorar mais do que a duração razoável.

2

Criminalização do enriquecimento ilícito de agentes públicos

A proposta torna crime o enriquecimento ilícito de agentes públicos, com previsão de pena de prisão variando entre três e oito anos. A medida pretende garantir que o agente público não fique impune mesmo quando não for possível descobrir ou comprovar quais foram os atos específicos de  corrupção praticados por ele. Ou seja, ainda que não tenha sido possível comprovar o crime de corrupção na origem, o fato de o agente público ter adquirido considerável patrimônio, absolutamente incompatível com seus rendimentos, poderá acarretar a responsabilização, pela evidência do enriquecimento ilícito.

3

 Aumento das penas e crime hediondo para corrupção de altos valores

Prevê o aumento de pena para crimes de colarinho branco conforme o valor do dinheiro desviado. Assim, quanto maior o dano causado ao patrimônio público, maior será a condenação, que pode variar de 12 até 25 anos de prisão, quando o montante for superior a R$ 8 milhões. A ampliação da pena objetiva coibir a prática da corrupção, bem como evitar a prescrição dos crimes desta natureza. Além disso, atribui aos crimes de corrupção peso equivalente aos crimes praticados contra a vida, pois a corrupção mata ao desviar recursos públicos que deveriam garantir direitos essenciais como saúde, educação, saneamento básico e segurança.

4

Aumento da eficiência e da justiça dos recursos no processo penal

São propostas 11 alterações pontuais no Código de Processo Penal (CPP) e uma emenda constitucional, a fim de dar celeridade à tramitação de recursos em casos do chamado “crime do colarinho branco”, sem prejuízo do direito de defesa do réu. Atualmente, brechas na lei permitem que a sentença final desse tipo de crime demore mais de 15 anos para ser proferida, diante de recursos e estratégias que protelam as decisões.

Essas alterações incluem a possibilidade de execução imediata da condenação quando o tribunal reconhece abuso do direito de recorrer; a revogação dos embargos infringentes e de nulidade; a extinção da figura do revisor; a vedação dos embargos de declaração de embargos de declaração; a simultaneidade do julgamento dos recursos especiais e extraordinários; novas regras para habeas corpus; e a possibilidade de execução provisória da pena após julgamento de mérito do caso por tribunal de apelação, conforme acontece em inúmeros países.

5

Celeridade nas ações de improbidade administrativa

 A medida propõe três alterações na Lei nº 8.429/92, que trata das sanções aplicáveis a agentes públicos que cometem atos de improbidade administrativa, para agilizar a tramitação de ações dessa natureza. Dentre as alterações estão a adoção de uma defesa inicial única (hoje ela é duplicada); a criação de varas, câmaras e turmas especializadas para julgar ações de improbidade administrativa e ações decorrentes da lei anticorrupção.

6

Reforma no sistema de prescrição penal

Um crime prescreve quando o julgamento final de um caso demora tanto tempo que a punição perde seu efeito. Nos crimes de colarinho branco, muitas vezes essa demora é utilizada como manobra de defesa, que interpõe recursos e outras medidas judiciais para retardar o andamento do processo e, assim, evitar a punição dos acusados.

A proposta consiste em promover alterações nos artigos do Código Penal referentes ao sistema prescricional, a fim de se evitar que decisões judiciais sejam postergadas e acarretem a prescrição. Também permite que a contagem do prazo da prescrição da pretensão executória comece a contar do trânsito em julgado (decisão de última instância, quando não cabe mais recurso) para todas as partes, e não apenas para a acusação, como é hoje. Além disso, são sugeridas alterações para se evitar que o prazo para prescrição continue correndo enquanto há pendências de julgamento de recursos especiais e extraordinários. Pretende-se, ainda, que as prescrições possam ser interrompidas por decisões posteriores à sentença e por recursos da acusação.

7

Ajustes nas nulidades penais

Esta medida propõe uma série de alterações no capítulo do Código de Processo Penal que trata de nulidades, com o objetivo de que a anulação e a exclusão da prova somente ocorram quando houver uma efetiva e real violação de direitos do réu. Busca-se evitar que o princípio da nulidade seja utilizado pela defesa para retardar ou comprometer o andamento do processo.

8

Responsabilização dos partidos políticos e criminalização do caixa dois

A medida pretende responsabilizar, de forma objetiva, os partidos políticos em relação a práticas corruptas, à criminalização da contabilidade paralela (caixa 2) e à criminalização eleitoral da lavagem de dinheiro produto de crimes, de fontes de recursos vedadas pela legislação eleitoral ou que não tenham sido contabilizados na forma exigida pela legislação.

9

Prisão preventiva para evitar a dissipação do dinheiro desviado

Propõe mudanças na lei para que o dinheiro ilícito seja rastreado mais rapidamente, facilitando tanto as investigações como o bloqueio de bens obtidos de forma ilegal. Também cria a hipótese de prisão extraordinária para permitir a identificação e a localização de dinheiro e/ou bens provenientes de crime, evitando que sejam utilizados para financiar a fuga ou a defesa do investigado/acusado.

10

Recuperação do lucro derivado do crime

Esta medida traz duas inovações legislativas que acabam com brechas na lei para evitar que o criminoso alcance vantagens indevidas. A primeira delas é a criação do confisco alargado, que permite o confisco dos valores existentes entre a diferença do patrimônio declarado e o adquirido comprovadamente de maneira ilegal (como os obtidos através de crimes contra a Administração Pública e do tráfico de drogas). A segunda inovação é a ação civil de extinção de domínio, que possibilita que a Justiça declare a perda de bens obtidos de forma ilícita, independentemente da responsabilização do autor do ato infracional.

* Fonte: http://www.mppr.mp.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=6193

Aproveite e compatilhe esta informação com os seus familiares e amigos que também desejam o fim da corrupção com dinheiro público no Brasil.

Se cada um fizer a sua parte nesta luta contra a corrupção, breve teremos um país muito melhor para se viver.

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

MANIFESTAÇÕES DA INSATISFAÇÃO

O povo brasileiro está nas ruas.

As manifestações populares de protesto havia vários dias, já ocupavam as ruas em diversas cidades do país, por motivos diversos.

Gritam palavras de ordem que clamam por mais justiça, querem mais serviços de saúde, mais atenção à educação. Desejam transporte público com mais qualidade e menor preço nas passagens. Se indignam com os investimentos equivocados do Estado em obras faraônicas para uma Copa de futebol, enquanto seus cidadãos morrem em acidentes de estradas e ruas mal conservadas, esburacadas. Protestam contra o abuso dos privilégios das autoridades, que escorcham o povo com uma das maiores cargas de impostos do mundo para garantir gordas remunerações aos que estão no Poder.

Eles, os que estão nas ruas, não são militantes partidários, nem miseráveis sem comida, muito menos sem teto, sem terra ou sem noção.

Muito antes pelo contrátrio: são jovens com bom nível de escolaridade, associados a artistas, profissionais liberais e empresários, que parecem, de maneira geral, protestar pela ineficiência do Estado e a má aplicacão dos recursos públicos.

Inicialmente as autoridades públicas, federais, estaduais e municipais, reagiram fortemente com o aparato policial do Estado contra o povo, como se vivessemos num Estado Totalitário.

Mas, como vivemos numa democracia, a situação foi repensada e o poder de polícia do Estado começa a ser retirado de cena, até porque ele só cabe aí para garantir a livre manifestação dos que protestam.

Onde a polícia continuar batendo no cidadão livre, a situação vai recrudescer, como aconteceu em São Paulo.

O protesto em manifestações públicas é próprio da democracia.

O povo vai às ruas manifestar a insatisfação contra o gerenciamento equivocado do Estado.

A Nação está em campo aberto, clamando por mudanças, manifestando sua insatisfação com o que acontece nas estruturas de Governo (federal / estadual / municipal), e em seus Poderes Constitucionais (executivo / legislativo / judiciário).

O clamor popular parece cansado dos dircursos dos políticos, cheios de promessas vãs, argumentos sofistas e êngodos matafóricos.

É a manifestação da maioria abafando o discurso, às vezes radical, das minorias.

É por aí!…