POLÍTICO É A REPRESENTACÃO REAL DO POVO

OPINIÃO NO PROGRAMA PRIMEIRA PÁGINA, NA TV METROPOLITANO, EDIÇÃO DE 12-9-2017

OLHA, O BRASIL ESTÁ SACUDIDO COM OS NOVOS DETALHES DOS ESCÂNDALOS DE CORRUPÇÃO PROTAGONIZADOS POR PARTE DOS POLÍTICOS DO PAÍS, EM COMBINAÇÃO COM EMPRESÁRIOS QUE HÁ ANOS EXPLORAM CONTRATOS COM BANCOS, EMPRESAS E ÓRGÃOS PÚBLICOS. ELES SEMPRE ENCONTRAM UMA BRECHA PARA A PRÁTICA DE ATOS DE CORRUPÇÃO, QUE SE ESPALHAM POR TODOS OS CANTOS DO PAÍS. QUE HÁ EMPRESÁRIOS HONESTOS NO PAÍS, HÁ SIM. QUE EXISTEM POLÍTICOS HONESTOS, TAMBÉM EXISTEM. MAS TAMBÉM HÁ OS DESONESTOS, OUSADOS, QUE NÃO ACREDITAM EM PUNIÇÕES, PROTEGIDOS POR UMA LEGISLAÇÃO BRANDA E TAMBÉM PELO FÓRO PRIVILEGIADO, QUE OS MANTÉM FORA DO ALCANCE DA JUSTIÇA E DOS RIGORES DA LEI. O QUE OS DESONESTOS NÃO CONTAVAM, ERA COM O AVANÇO TECNOLÓGICO, AS FACILIDADES DE GRAVAÇÃO DE SONS E IMAGENS, CONTRIBUINDO PARA QUE TUDO SEJA DESCOBERTO E NADA FIQUE EM SEGREDO. E SÃO OS APARATOS TECNOLÓGICOS QUE ESTÃO PROPORCIONANDO AO PAÍS, O CONHECIMENTO DE TUDO O QUE É FEITO DE MODO NADA REPUBLICANO. SE NA DEMOCRACIA OS POLÍTICOS REPRESENTAM O POVO, NATURAL QUE ESSA REPRESENTAÇÃO SEJA UMA REPETIÇÃO DO QUE EXISTE NA REALIDADE DA SOCIEDADE. SE HÁ HONESTOS NA SOCIEDADE, HÁ HONESTOS NA POLÍTICA. SE HÁ DESONESTOS NA SOCIEDADE, HÁ DESONESTOS NA POLÍTICA. E ASSIM, ELIMINANDO OS EXCESSOS QUE SÃO COMETIDOS, O BRASIL VAI DESCOBRINDO COMO SE ROUBA, PARA APLICAR A PUNIÇÃO. ASSIM CAMINHA A DEMOCRACIA BRASILEIRA EM BUSCA DO APERFEIÇOAMENTO. O QUE NÃO É UM PROCESSO RÁPIDO E NEM FÁCIL. E A REALIDADE VAI SE MOSTRANDO MUITO MAIS FORTE E IMPACTANTE DO QUE A FICÇÃO. É A MINHA OPINIÃO! É PORAÍ!…

O PROGRAMA PRIMEIRA PÁGINA VOCÊ ASSISTE, DE SEGUNDA À SEXTA, DAS 07H30M ÀS 08H30M, NA TV METROPOLITANO NO CANAL DIGITAL 23.1, A PARTIR DE NATAL PARA A TODA REGIÃO METROPOLITANA E MAIS ALGUNS MUNICÍPIOS DAS REGIÕES AGRESTE, POTENGI E MATO GRANDE.

A PARTIR DE MOSSORÓ E DE PAU DOS FERROS, NO CANAL 25. 

LAVA JATO AJUDA A DESMONTAR MECANISMO DE EXPLORAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

José Padilha dirige filme sobre a Lava Jato. * Foto – Internet – Monica Imbuzeiro – Agência O Globo

Tese é defendida em texto que o jornalista e cineasta José Padilha, diretor de Tropa de Elite, publicou no Blog do Noblat / O Globo.

O texto de José Padilha foi compartilhado pelo procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, em seu perfil do Facebook e ganhou vários compartilhamentos voluntários.

É uma análise sobre o “Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira.”

“A importância da Lava-Jato Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira.

1) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

3) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

4) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

5) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

8) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Ótimas as percepções de José Padilha sobre a realidade brasileira!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

LAVA JATO AJUDA A DESMONTAR MECANISMO DE EXPLORAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

José Padilha dirige filme sobre a Lava Jato. * Foto – Internet – Monica Imbuzeiro – Agência O Globo

Tese é defendida em texto que o jornalista e cineasta José Padilha, diretor de Tropa de Elite, publicou no Blog do Noblat / O Globo.

O texto de José Padilha foi compartilhado pelo procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, em seu perfil do Facebook e ganhou vários compartilhamentos voluntários.

É uma análise sobre o “Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira.”

“A importância da Lava-Jato Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira.

1) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

3) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

4) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

5) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

8) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Ótimas as percepções de José Padilha sobre a realidade brasileira!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

LULA DIZ QUE VAI TIRAR O BRASIL DA LAMA. POR FAVOR, CHAME UM PSICALISTA!

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Lula no Congresso da CNTE. * Foto – Internet – cms – brasil247.

“Quem é que vai tirar o país da lama que ele ficou?”

À esta pergunta do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, uma platéia obediente e sintonizada com os ideais do Partido dos Trabalhadores, gritava eufórica:

– “Lula!”

Aconteceu em Brasília, na realização do 33º Congresso da CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.

Lula disse mais:

“Esse país não merece. Eu não imaginei voltar a ver crianças pedindo esmolas nas ruas”.

O ex-presidente acusou o presidente Michel Temer de ter articulado um golpe, citando o processo de impeachment de Dilma Rousseff.

E a platéia pedia:

– “Volta, Lula!”

E Lula completava:

– “Se preparem, porque se eu voltar, eu voltar para fazer muito mais”, disse.

Há controvérsias sobre a percepção de realidade e a intenção manifestada pelo ex-presidente.

Uns acreditam que Lula, em sua mente, se mistura com o país e quando afirma que vai tirar o país da lama, estaria querendo dizer que vai tirar ele próprio da lama em que se meteu com tantos casos de propina, como os já apurados até o momento.

E você, o que é que acha?

Se o Brasil está na lama, quem vai tirar o Brasil da lama?

Se Lula está na lama, quem vai tirar Lula da lama?

Ah, Brasil de tantos brasis!

Chama um psicanalista!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

PAULO COELHO ACERTA DE NOVO A FÓRMULA: ESCREVE O QUE AS PESSOAS GOSTAM DE LER

     Gostei de ler “A Espiã”, livro simples e fácil. Da primeira à última página (de uma tirada só), Paulo Coelho repete, com maestria, o seu jeito de transformar histórias complicadas, cheia de variáveis, numa narrativa agradável, que flui muito bem na mente de quem está lendo.

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* Capa criada por Alceu Chierosin Nunes, colorização de Olga Shirnina.

     Agora é a história de Mata Hari, numa versão romanceada, mas, sem o menor interesse em ser uma biografia de Margaretha Zelle, como o próprio autor informa no prefácio do livro.

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* Reprodução com foto.

   Coitada de Margaretha, antes de ser “A Espiã”, adolescente foi estuprada pelo diretor da escola onde estudava. Procurou um casamento sem amor, acreditando que estaria conquistando estabilidade para a sua vida, mas arranjou um alcoolista que a espancava. Pior, sabendo do segredo dela, gostava de repetir a cena do estupro.

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* Reprodução com foto.

   Cansada do sofrimento, se fez a mulher dona da própria história. E criou uma cheia de riqueza, luxo e luxúria, mas também com o ingrediente do suspense, ao se assumir uma espiã e acreditar, piamente, que tinha alguma importância no desenrolar da Primera Guerra Mundial.

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* Reprodução com foto.

    Agora já era Mata Hari, que conquistou a fama com pequenas notas em jornais. Quase se encontra com Freud e participou de uma conversa onde estavam Pablo Picasso e Amedeu Modigliano.

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* Reprodução com foto.

    Foi quando a fama subiu à cabeça e brincou de ser a espiã, quando na realidade colecionava fofocas, enquanto ganhava muito dinheiro dos seus homens.

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* Reprodução com foto.

   Presa, conheceu a negação dos antigos amores pagos. Ninguém aceitou confirmar que a conhecia e restou ao seu advogado, um conselho usando palavras bíblicas. A derrota, uma despedida e a pena de morte.

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* Reprodução com foto.

   Tempos depois, a confisão do promotor André Mornet, de que o processo foi baseado em deduções, extrapolações e suposições.

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* Reprodução com foto.

   O enredo desenvolvido por Paulo Coelho é perfeito. A personagem, sem estrutura psicológica sólida, viveu no sofrimento e na bonança. Mentiu. Brincando com coisa séria, pagou com a vida. Triste, a ficção é baseada na história real.

    Paulo Coelho inova, mais uma vez, com “A Espiã”, repetindo a fórmula do sucesso. Só aumenta a liderança isolada, em qualquer ranking, contabilizando mais de 240 milhões de leitores, espalhados por mais de 170 países, para os seus 34 livros, publicados em mais de 80 idiomas.

    É o que eu penso.

    É por aí!…

    Casciano Vidal

    PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

CICATRIZES – DIA DA POESIA 2016

A fantasia é lugar que refugia

Esconde a realidade torta,

Sempre por trás, de noite ou de dia,

Há emoção esquecida, quase morta!

 

Cria sensação que gera agonia

Desperta o medo e nos envolve.

Medo do escuro, na noite; do desconhecido, de dia

Fugimos… tememos a realidade morta!

 

Tudo é fruto do tempo que a alma esgarça!

Tira do homem, o suor, o sangue a pele,

Derruba sonhos… e das emoções, só destroços!

 

Concluímos que nada neste mundo é de graça!

Cicatrizes criam uma nova e dura pele

Que protege das desgraças!

Segue a vida.

 

Casciano Vidal