A VINGANÇA: DRAMA SOCIAL SEM PIEDADE

O ESCRITOR ANTONIO MELO SUPERA O JORNALISTA ANTONIO MELO. E PERCEBA QUE O JORNALISTA TEM UMA HISTÓRIA DE SUCESSO, COM PASSAGEM PELOS MAIORES JORNAIS E REVISTAS DO PAÍS.

OS 70 ANOS DE VIDA E OS 56 DE EXPERIÊNCIA LABORAL DO JORNALISTA, DO REDATOR DE PUBLICIDADE E TAMBÉM DO MARQUETEIRO POLÍTICO, ESTÃO, INTEIRINHAS, NAS ENTRELINHAS DO ROMANCE “A VINGANÇA”, PUBLICADO PELA Z EDITORA, QUE É UM RELATO CRUEL DO DRAMA SOCIAL QUE CARACTERIZA A DUREZA DA VIDA NO NORDESTE, POUCO DIFERENTE DO QUE SE VÊ EM OUTRAS REGIÕES DO BRASIL E TAMBÉM DOS OUTROS PAÍSES LATINOS AQUI NAS AMÉRICAS.

EMBORA ABORDADAS SEM PROFUNDIDADE FILOSÓFICA, AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO POVO ESTÃO NA PRIMEIRA E MUITO BEM ELABORADA FICÇÃO LITERÁRIA DE ANTONIO MELO.

OS COSTUMES SOCIAIS, A RELIGIOSIDADE, A POLÍTICA, A CORRUPÇÃO E OS NEGÓCIOS COM O DINHEIRO DO GOVERNO SAINDO DOS COFRES PÚBLICOS PARA FINANCIAR CAMPANHAS ELEITORAIS, GUERRILHAS URBANAS, PISTOLAGEM E PROSTITUIÇÃO, ESTÃO RELATADOS COM MAESTRIA PELO EXPERIENTE REPÓRTER.

UM DETALHE CHAMA A ATENÇÃO E, DE CARA, COLOCA O AUTOR ANTONIO MELO ENTRE OS MELHORES QUE JÁ ESCREVERAM SOBRE AS AGRURAS SOCIAIS DO NORDESTINO: O RELATO FIEL E CRUEL DA DURA REALIDADE VIVENCIADA NO DIA A DIA DA POPULAÇÃO DESASISTIDA.

OS QUE RECEBEM AS BENESSES E OS PRIVILÉGIOS DO GOVERNO, NA OBRA DE ANTONIO MELO, FAZEM O QUE PODEM E O QUE NÃO DEVERIAM FAZER PARA MANTER AS SUAS MAMATAS.

MATAM E MANDAM MATAR, COMO UMA ATITUDE BANAL E PARTE DA JUSTIFICADA E NECESSÁRIA LUTA PARA A MANUTENÇÃO DOS BENEFICIOS PROPORCIONADOS PELO DINHEIRO PÚBLICO, FONTE INESGOTÁVEL DE RECURSOS PARA UMA REGIÃO CUJA POPULAÇÃO, INFELIZMENTE, VIVE QUASE QUE TOTALMENTE DOS RECURSOS DO TESOURO PÚBLICO, DO GOVERNO.

DÓI, MACHUCA, MAS É REAL E TODO MUNDO SABE. SABE, SIM, MAS FAZ DE CONTA QUE NÃO EXISTE. ATÉ OS DIAS ATUAIS.

AS PERSONAGENS DO DRAMA “A VINGANÇA” E AS SUAS ESTÓRIAS, NO BOM LIVRO DE ANTONIO MELO, SÃO PURA FICÇÃO. MAS, BASTA UMA LEITURA MAIS REFLEXIVA PARA QUE A SEMELHANÇA COM PESSOAS E HISTÓRIAS REAIS COMECEM A SE MISTURAR NESSE DRAMA TERRÍVEL, ONDE REPITO, AS PERSONAGENS E AS ESTÓRIAS, EMBORA FICÇÃO, ACONTECEM NUM CENÁRIO REAL, BASEADO EM HISTÓRIAS REAIS.

É DURO, MAS É A REALIDADE NARRADA NA FICÇÃO!

RECOMENDO! BOA LEITURA!

É POR AÍ!…

A VINGANÇA: DRAMA SOCIAL SEM PIEDADE

O ESCRITOR ANTONIO MELO SUPERA O JORNALISTA ANTONIO MELO. E PERCEBA QUE O JORNALISTA TEM UMA HISTÓRIA DE SUCESSO, COM PASSAGEM PELOS MAIORES JORNAIS E REVISTAS DO PAÍS.

OS 70 ANOS DE VIDA E OS 56 DE EXPERIÊNCIA LABORAL DO JORNALISTA, DO REDATOR DE PUBLICIDADE E TAMBÉM DO MARQUETEIRO POLÍTICO, ESTÃO, INTEIRINHAS, NAS ENTRELINHAS DO ROMANCE “A VINGANÇA”, PUBLICADO PELA Z EDITORA, QUE É UM RELATO CRUEL DO DRAMA SOCIAL QUE CARACTERIZA A DUREZA DA VIDA NO NORDESTE, POUCO DIFERENTE DO QUE SE VÊ EM OUTRAS REGIÕES DO BRASIL E TAMBÉM DOS OUTROS PAÍSES LATINOS AQUI NAS AMÉRICAS.

EMBORA ABORDADAS SEM PROFUNDIDADE FILOSÓFICA, AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO POVO ESTÃO NA PRIMEIRA E MUITO BEM ELABORADA FICÇÃO LITERÁRIA DE ANTONIO MELO.

OS COSTUMES SOCIAIS, A RELIGIOSIDADE, A POLÍTICA, A CORRUPÇÃO E OS NEGÓCIOS COM O DINHEIRO DO GOVERNO SAINDO DOS COFRES PÚBLICOS PARA FINANCIAR CAMPANHAS ELEITORAIS, GUERRILHAS URBANAS, PISTOLAGEM E PROSTITUIÇÃO, ESTÃO RELATADOS COM MAESTRIA PELO EXPERIENTE REPÓRTER.

UM DETALHE CHAMA A ATENÇÃO E, DE CARA, COLOCA O AUTOR ANTONIO MELO ENTRE OS MELHORES QUE JÁ ESCREVERAM SOBRE AS AGRURAS SOCIAIS DO NORDESTINO: O RELATO FIEL E CRUEL DA DURA REALIDADE VIVENCIADA NO DIA A DIA DA POPULAÇÃO DESASISTIDA.

OS QUE RECEBEM AS BENESSES E OS PRIVILÉGIOS DO GOVERNO, NA OBRA DE ANTONIO MELO, FAZEM O QUE PODEM E O QUE NÃO DEVERIAM FAZER PARA MANTER AS SUAS MAMATAS.

MATAM E MANDAM MATAR, COMO UMA ATITUDE BANAL E PARTE DA JUSTIFICADA E NECESSÁRIA LUTA PARA A MANUTENÇÃO DOS BENEFICIOS PROPORCIONADOS PELO DINHEIRO PÚBLICO, FONTE INESGOTÁVEL DE RECURSOS PARA UMA REGIÃO CUJA POPULAÇÃO, INFELIZMENTE, VIVE QUASE QUE TOTALMENTE DOS RECURSOS DO TESOURO PÚBLICO, DO GOVERNO.

DÓI, MACHUCA, MAS É REAL E TODO MUNDO SABE. SABE, SIM, MAS FAZ DE CONTA QUE NÃO EXISTE. ATÉ OS DIAS ATUAIS.

AS PERSONAGENS DO DRAMA “A VINGANÇA” E AS SUAS ESTÓRIAS, NO BOM LIVRO DE ANTONIO MELO, SÃO PURA FICÇÃO. MAS, BASTA UMA LEITURA MAIS REFLEXIVA PARA QUE A SEMELHANÇA COM PESSOAS E HISTÓRIAS REAIS COMECEM A SE MISTURAR NESSE DRAMA TERRÍVEL, ONDE REPITO, AS PERSONAGENS E AS ESTÓRIAS, EMBORA FICÇÃO, ACONTECEM NUM CENÁRIO REAL, BASEADO EM HISTÓRIAS REAIS.

É DURO, MAS É A REALIDADE NARRADA NA FICÇÃO!

RECOMENDO! BOA LEITURA!

É POR AÍ!…

UMA BOA IMERSÃO NOS SEUS SENTIMENTOS

RECOMENDO, SEM RECEIOS, A LEITURA DO LIVRO DE CRÔNICAS “LEVANTA-TE E ANDA! – OUTRO OLHAR SOBRE CARÊNCIA E PLENITUDE, MEDO E REALIZAÇÃO”, QUE O JORNALISTA JOMAR MORAIS, PROFESSOR, ESCRITOR E ESTUDIOSO DAS TRADIÇÕES ESPIRITUAIS, E PORQUE NÃO DIZER, TAMBÉM RELIGIOSAS, DISPONIBILIZA AOS LEITORES E AMANTES DAS LETRAS, ATRAVÉS DO SELO SAPIENS EDITORA (2016)(www.sapienseditora.com.br), EDIÇÃO COMEMORATIVA DOS 15 ANOS DA SAPIENS.

JÁ LI E RELI VÁRIAS VEZES, PELO PRAZER QUE A SUA LEITURA PROVOCA, NUM SUCESSÃO DE INFORMAÇÕES, COMENTÁRIOS, ANÁLISES, REFERÊNCIAS A OUTROS ESCRITORES, A LÍDERES RELIGIOSOS, NOS LEVANDO MENTALMENTE A UMA VIAGEM POR LUGARES E TEMPOS DIFERENTES, ONDE VAMOS NOS APROFUNDAR, NUMA VERDADEIRA IMERSÃO, NOS NOSSOS PRÓPRIOS SENTIMENTOS.

JOMAR, AMIGO DE LONGA DATA, ACUMULA UMA EXPERIÊNCIA ADMIRÁVEL NO MUNDO DO JORNALISMO BRASILEIRO. PASSOU POR GRANDES REDAÇÕES, ASSUMIU CARGOS IMPORTANTES EM GRANDES JORNAIS E GRANDES REVISTAS.

MAS O LIVRO NÃO É SOBRE A SUA EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL. É SOBRE A SUA BUSCA DO SABER, DO CONHECIMENTO, DO HUMANISMO QUE PARECE MEIO ESQUECIDO E PERDIDO NO MEIO DE TANTA TECNOLOGIA E QUASE NADA DE SENTIMENTOS.

DOS SENTIMENTOS HUMANOS, FOCA NO AMOR, A MAIOR VIRTUDE HUMANA, SEGUNDO O FILÓSOFO CONTEMPORÂNEO FRANCÊS ANDRÉ COMTE SPONVILLE.

GOSTEI TANTO, QUE O SEU LIVRO DEIXA DE SER UMA OBRA PARA SER LIDA UMA OU DUAS VEZES, PARA VIRAR FONTE DE CONSULTA E DE ALIMENTAÇÃO DO ESPÍRITO, ONDE ESTÃO, ENTRE OUTROS, PAUL VIRILLO E ANDRE COMTE SPONVILLE, JÁ CITADO AQUI.

O MELHOR DAS CRÔNICAS DE JOMAR MORAIS, É QUE ELE ACENDE A LUZ DA COMPREENSÃO, DA TOLERÂNCIA E DO PERDÃO, TÃO NECESSÁRIAS NOS DIAS ATUAIS DE INTOLERÂNCIA POLÍTICA, IDEOLÓGICA E SOCIAL, ESPECIALMENTE VERIFICADA NOS CANAIS DE COMUNICAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS, COMO AS REDES SOCIAIS DA INTERNET E OS GRUPOS DE WHATSAPP NOS SMARTPHONES.

SUAS PALAVRAS SOAM COMO BOA MÚSICA AOS NOSSOS OUVIDOS.

BOA LEITURA!

É POR AÍ!…

P.S. VOCÊ TAMBÉM PODE ADQUIRIR O LIVRO NO ENDEREÇO DA ESTANTE VIRTUAL (www.estantevirtual.com.br/sapienseditora).

UMA BOA IMERSÃO NOS SEUS SENTIMENTOS

RECOMENDO, SEM RECEIOS, A LEITURA DO LIVRO DE CRÔNICAS “LEVANTA-TE E ANDA! – OUTRO OLHAR SOBRE CARÊNCIA E PLENITUDE, MEDO E REALIZAÇÃO”, QUE O JORNALISTA JOMAR MORAIS, PROFESSOR, ESCRITOR E ESTUDIOSO DAS TRADIÇÕES ESPIRITUAIS, E PORQUE NÃO DIZER, TAMBÉM RELIGIOSAS, DISPONIBILIZA AOS LEITORES E AMANTES DAS LETRAS, ATRAVÉS DO SELO SAPIENS EDITORA (2016)(www.sapienseditora.com.br), EDIÇÃO COMEMORATIVA DOS 15 ANOS DA SAPIENS.

JÁ LI E RELI VÁRIAS VEZES, PELO PRAZER QUE A SUA LEITURA PROVOCA, NUM SUCESSÃO DE INFORMAÇÕES, COMENTÁRIOS, ANÁLISES, REFERÊNCIAS A OUTROS ESCRITORES, A LÍDERES RELIGIOSOS, NOS LEVANDO MENTALMENTE A UMA VIAGEM POR LUGARES E TEMPOS DIFERENTES, ONDE VAMOS NOS APROFUNDAR, NUMA VERDADEIRA IMERSÃO, NOS NOSSOS PRÓPRIOS SENTIMENTOS.

JOMAR, AMIGO DE LONGA DATA, ACUMULA UMA EXPERIÊNCIA ADMIRÁVEL NO MUNDO DO JORNALISMO BRASILEIRO. PASSOU POR GRANDES REDAÇÕES, ASSUMIU CARGOS IMPORTANTES EM GRANDES JORNAIS E GRANDES REVISTAS.

MAS O LIVRO NÃO É SOBRE A SUA EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL. É SOBRE A SUA BUSCA DO SABER, DO CONHECIMENTO, DO HUMANISMO QUE PARECE MEIO ESQUECIDO E PERDIDO NO MEIO DE TANTA TECNOLOGIA E QUASE NADA DE SENTIMENTOS.

DOS SENTIMENTOS HUMANOS, FOCA NO AMOR, A MAIOR VIRTUDE HUMANA, SEGUNDO O FILÓSOFO CONTEMPORÂNEO FRANCÊS ANDRÉ COMTE SPONVILLE.

GOSTEI TANTO, QUE O SEU LIVRO DEIXA DE SER UMA OBRA PARA SER LIDA UMA OU DUAS VEZES, PARA VIRAR FONTE DE CONSULTA E DE ALIMENTAÇÃO DO ESPÍRITO, ONDE ESTÃO, ENTRE OUTROS, PAUL VIRILLO E ANDRE COMTE SPONVILLE, JÁ CITADO AQUI.

O MELHOR DAS CRÔNICAS DE JOMAR MORAIS, É QUE ELE ACENDE A LUZ DA COMPREENSÃO, DA TOLERÂNCIA E DO PERDÃO, TÃO NECESSÁRIAS NOS DIAS ATUAIS DE INTOLERÂNCIA POLÍTICA, IDEOLÓGICA E SOCIAL, ESPECIALMENTE VERIFICADA NOS CANAIS DE COMUNICAÇÃO DAS NOVAS TECNOLOGIAS, COMO AS REDES SOCIAIS DA INTERNET E OS GRUPOS DE WHATSAPP NOS SMARTPHONES.

SUAS PALAVRAS SOAM COMO BOA MÚSICA AOS NOSSOS OUVIDOS.

BOA LEITURA!

É POR AÍ!…

P.S. VOCÊ TAMBÉM PODE ADQUIRIR O LIVRO NO ENDEREÇO DA ESTANTE VIRTUAL (www.estantevirtual.com.br/sapienseditora).

TEMPOS DE INTERROGAÇÃO? DÚVIDAS? CONFIA NAS FONTES DAS NOTÍCIAS?

Ilustração – Nova logomarca do Instituto Índice Pesquisa. 84 99990-1473. * Arte – Cassiano Cunha

Está achando difícil formar a sua opinião sobre quaisquer assuntos, em quaisquer parte do mundo?

A internet lhe propicia o acesso a inúmeras fontes de informações, sem conseguir lhe garantir a qualidade da informação acessada.

Costumo recomendar a busca de informações em fontes confiáveis.

Mas quais são as fontes confiáveis?

A pergunta pede a interrogação.

O que é interrogação?

Segundo o Aurélio:

“Interrogação

[Do lat. interrogatione.]

Substantivo feminino. 

  1. Ato ou efeito de interrogar(-se); interrogatório.
  2. Ponto de interrogação.
  3. E. Ling. Uma das quatro classes em que se dividem as sentenças simples, cuja função é exprimir a falta de informação sobre determinado tópico, a qual é pedida ao ouvinte, e que se caracteriza pela presença de pelo menos um dos seguintes fatores: (a) entonação interrogativa; (b) presença de um pronome interrogativo. Ex.: Quemdisse tal coisa?; (c) inversão da ordem sujeito-verbo. Ex.: Conseguirá nosso herói libertar-se?[Cf., nesta acepç.: afirmação(8), comando (4) eexclamação (2)].]

Interrogação exclamativa. 1. E. Ling. Sentença que é formalmente uma interrogação, mas que, como a exclamação, funciona para a expressão de sentimentos. Ex.: Não é este um filme maravilhoso?

Interrogação retórica. 1. E. Ling. Sentença que é formalmente uma interrogação, mas que funciona como uma afirmação. Ex.: Que diferença isto faz? (= ‘Isto não faz diferença’).”

Empresas de comunicação que tem vários veículos de informação, entre jornais, emissoras de rádio e televisão e portais de internet, costumam ser fontes de informações mais confiáveis. Conquistaram essa condição, pelo tempo que prestam esses serviços na história. Reduzem, no caso de notícias, as interrogações na sua mente.

Novos portais, novos sites e novos blogues, ao contrário, ainda precisam mostrar serviços para conquistar a credibilidade.

E, às vezes, exageram, provocando com ferramentas viciadas, muitos acessos, acreditando que conquistam credibilidade.

Mas, nem sempre dá certo!

É melhor receber e compatilhar informações confiáveis!

Evita pedir desculpas pelos erros de informação cometidos!

Esse é um movimento fantástico na busca da informação confiável e do conhecimento acreditado.

O que é muito bom!

Para todos nós e para o mundo todo!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

“É UM MILAGRE QUE AINDA CONTINUE VIVO”, DIZ VARGAS LLOSA SOBRE SÉRGIO MORO

Mario Vargas Llosa, prêmio Nobel de Literatura 2010. * Foto – Internet – Wladimir Simitch – Pubblic Sénat

Em artigo publicado nos jornais El País e O Estado de São Paulo, neste final de semana, o escritor peruano Mário Vargas Llosa, escreveu, sob o título “O furacão Odebrecht”, afirma que “nenhum governo, empresa ou partido político, fez tanto quanto ela, desvelando a corrupção que corrói os países da América Latina, nem trabalhou com tanto ânimo para fomentá-la”.

O artigo conquistou imensa repercussão nas redes sociais e mídias da internet.

O escritor diz que “Sérgio Moro é um juiz fora do comum e que é um milagre que ainda esteja vivo”.

Vargas Llosa recorda que a Odebrecht gastou cerca de 800 milhões de dólares em propinas pagas a chefes de Estado para ganhar licitações e ganhar contratos superfaturados.

Ele escreveu que “nunca haveria uma punição se entre seus cúmplices não houvesse um grande número de diretores da Petrobrás, petrolífera brasileira que, investigada por um juiz fora do comum, Sérgio Moro, que abriu a caixa de Pandora – aliás, é um milagre que ainda continue vivo.”

Ganhador do PrêmioNobel de Literatura, ele lembra ainda que “nada desmoraliza tanto uma sociedade quanto admoestar os governantes que chegaram ao poder com os votos das pessoas comuns e aproveitaram esse mandato para enriquecer, pisoteando as leis e degradando a democracia”.

Segundo Vargas Llosa, a corrupção é, hoje em dia, a maior ameaça para o sistema de liberdades que está abrindo caminho na América Latina depois dos grandes fracassos das ditaduras militares e dos sonhos messiânicos dos revolucionários: “É uma tragédia que, quando a maioria dos latino-americanos parece estar convencida de que a democracia liberal é o único sistema que garante um desenvolvimento civilizado, na convivência e na legalidade, conspire contra essa tendência a rapina frenética de governantes corruptos”.

Atitude corajosa de Mario Vargas Llosa!

Isso é bom para o mundo!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

“É UM MILAGRE QUE AINDA CONTINUE VIVO”, DIZ VARGAS LLOSA SOBRE SÉRGIO MORO

Mario Vargas Llosa, prêmio Nobel de Literatura 2010. * Foto – Internet – Wladimir Simitch – Pubblic Sénat

Em artigo publicado nos jornais El País e O Estado de São Paulo, neste final de semana, o escritor peruano Mário Vargas Llosa, escreveu, sob o título “O furacão Odebrecht”, afirma que “nenhum governo, empresa ou partido político, fez tanto quanto ela, desvelando a corrupção que corrói os países da América Latina, nem trabalhou com tanto ânimo para fomentá-la”.

O artigo conquistou imensa repercussão nas redes sociais e mídias da internet.

O escritor diz que “Sérgio Moro é um juiz fora do comum e que é um milagre que ainda esteja vivo”.

Vargas Llosa recorda que a Odebrecht gastou cerca de 800 milhões de dólares em propinas pagas a chefes de Estado para ganhar licitações e ganhar contratos superfaturados.

Ele escreveu que “nunca haveria uma punição se entre seus cúmplices não houvesse um grande número de diretores da Petrobrás, petrolífera brasileira que, investigada por um juiz fora do comum, Sérgio Moro, que abriu a caixa de Pandora – aliás, é um milagre que ainda continue vivo.”

Ganhador do Prêmio Nobel de Literatura, ele lembra ainda que “nada desmoraliza tanto uma sociedade quanto admoestar os governantes que chegaram ao poder com os votos das pessoas comuns e aproveitaram esse mandato para enriquecer, pisoteando as leis e degradando a democracia”.

Segundo Vargas Llosa, a corrupção é, hoje em dia, a maior ameaça para o sistema de liberdades que está abrindo caminho na América Latina depois dos grandes fracassos das ditaduras militares e dos sonhos messiânicos dos revolucionários: “É uma tragédia que, quando a maioria dos latino-americanos parece estar convencida de que a democracia liberal é o único sistema que garante um desenvolvimento civilizado, na convivência e na legalidade, conspire contra essa tendência a rapina frenética de governantes corruptos”.

Atitude corajosa de Mario Vargas Llosa!

Isso é bom para o mundo!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

CARTAS (SEM RESPOSTAS) AO MORDOMO 1: MINHAS PREOCUPAÇÕES COM A CRISE

Senhor Mordomo, meus cumprimentos!

Desejo que o seu Natal com a sua família atual, Marcela e Michelzinho, tenha sido bom.

micheltemer-marcela-e-michelzinho-internet-bahia-economica

* Foto – Internet: Bahia Econômica.

Diferentemente do Natal de mais de 30 milhões de brasileiros que perderam o emprego nos últimos 3 anos, o seu deve ter sido melhor. Você, além de ganhar uma promoção no seu emprego, inclusive com aumento salarial, também tem todas as suas mordomias e despesas com casa, comida, roupa lavada, empregados domésticos, segurança, transporte (automóveis, motoristas, aviões e pilotos), água, energia, telefone, tv por assinatura e assinatura de jornais e revistas, pra você e sua família, pagas.

Todas as suas despesas são pagas com o dinheiro da Nação.

a-crise-no-brasil-uol

* Foto – Internet: UOL.

Daí a minha preocupação com a crise.

Se o governo insiste em gastar mal, com altos salários e mordomias absurdas, mesmo para um período normal (imagina na crise!), em pouco tempo o dinheiro do povo não vai mais poder pagar os seus salários e as suas mordomias.

Está na hora de mudar. Mudar radicalmente. Do jeito que está, não dá pra continuar!

Seja homem com H – agá maiúsculo, e corte as despesas do governo, no Poder Executivo, no Poder Legislativo e no Poder Judiciário.

Há gastos absurdos nas despesas, principalmente com altos salários e mordomias.

E você, Senhor Mordomo, sabe disso mais do que ninguém!

Por isso, o Senhor tem a obrigação de corrigir os erros, eliminando os excessos revoltantes.

Sem outros comentários, passar bem!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

PAULO COELHO ACERTA DE NOVO A FÓRMULA: ESCREVE O QUE AS PESSOAS GOSTAM DE LER

     Gostei de ler “A Espiã”, livro simples e fácil. Da primeira à última página (de uma tirada só), Paulo Coelho repete, com maestria, o seu jeito de transformar histórias complicadas, cheia de variáveis, numa narrativa agradável, que flui muito bem na mente de quem está lendo.

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* Capa criada por Alceu Chierosin Nunes, colorização de Olga Shirnina.

     Agora é a história de Mata Hari, numa versão romanceada, mas, sem o menor interesse em ser uma biografia de Margaretha Zelle, como o próprio autor informa no prefácio do livro.

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* Reprodução com foto.

   Coitada de Margaretha, antes de ser “A Espiã”, adolescente foi estuprada pelo diretor da escola onde estudava. Procurou um casamento sem amor, acreditando que estaria conquistando estabilidade para a sua vida, mas arranjou um alcoolista que a espancava. Pior, sabendo do segredo dela, gostava de repetir a cena do estupro.

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* Reprodução com foto.

   Cansada do sofrimento, se fez a mulher dona da própria história. E criou uma cheia de riqueza, luxo e luxúria, mas também com o ingrediente do suspense, ao se assumir uma espiã e acreditar, piamente, que tinha alguma importância no desenrolar da Primera Guerra Mundial.

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* Reprodução com foto.

    Agora já era Mata Hari, que conquistou a fama com pequenas notas em jornais. Quase se encontra com Freud e participou de uma conversa onde estavam Pablo Picasso e Amedeu Modigliano.

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* Reprodução com foto.

    Foi quando a fama subiu à cabeça e brincou de ser a espiã, quando na realidade colecionava fofocas, enquanto ganhava muito dinheiro dos seus homens.

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* Reprodução com foto.

   Presa, conheceu a negação dos antigos amores pagos. Ninguém aceitou confirmar que a conhecia e restou ao seu advogado, um conselho usando palavras bíblicas. A derrota, uma despedida e a pena de morte.

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* Reprodução com foto.

   Tempos depois, a confisão do promotor André Mornet, de que o processo foi baseado em deduções, extrapolações e suposições.

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* Reprodução com foto.

   O enredo desenvolvido por Paulo Coelho é perfeito. A personagem, sem estrutura psicológica sólida, viveu no sofrimento e na bonança. Mentiu. Brincando com coisa séria, pagou com a vida. Triste, a ficção é baseada na história real.

    Paulo Coelho inova, mais uma vez, com “A Espiã”, repetindo a fórmula do sucesso. Só aumenta a liderança isolada, em qualquer ranking, contabilizando mais de 240 milhões de leitores, espalhados por mais de 170 países, para os seus 34 livros, publicados em mais de 80 idiomas.

    É o que eu penso.

    É por aí!…

    Casciano Vidal

    PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

OS ‘ANTIGOS CARNAVAIS’ DE NATAL

Quem conhece o historiador Gutenberg Costa sabe da sua inteligência, da sua competência e, pra continuar rimando, da sua paciência.

Quando pega um tema, sai caminhando, sem pressa, atrás de documentos com o objetivo de registrar a história.

É exatamente o que ele fez com mais um excelente presente que ele entrega hoje à Natal e aos curiosos leitores de livros históricos, com o seu mais recente trabalho “Antigos Carnavais”, que será autografado no final desta tarde, a partir das 18hs, na Capitania das Artes, sede da Funcarte, na subida da Junqueira Aires.

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Veja o que diz o release distribuído sobre o livro:

No principio, era só o ‘mela – mela’ popular, foliões usando-se de tudo que dispunham para brincarem o então chamado ‘Entrudo’ – Cinza de carvão, goma, farinha, barro e muita água suja. Todo mundo que se atrevesse a passar perto da Igreja Matriz, no Centro Alto e redondezas da antiga Rua Grande, atual Praça André de Albuquerque, levava um banho. Estava então ‘batizado’. A brincadeira ocorria por três dias nos meses de fevereiro ou março. Os jornais ditos oposicionistas divulgavam essas primeiras manifestações populares carnavalescas, isso entre 1875 a 1900.

Depois, esses brincantes – foram se organizando e levando seus festejos para a alegre Rua da Palha, atual Rua Vigário Bartolomeu, ainda na Cidade Alta (1910/1920). Festeiros, boêmios, artistas e até políticos eram seus aguerridos frequentadores. Tempos mais tarde o carnaval vai ficando muito mais organizado e então desce para a larga e boemia Avenida Tavares de Lira, no bairro da ribeira (1923/ 1935). O carnaval supera crises e ultrapassa os apertos políticos e econômicos e chega de volta a Cidade Alta, na moderna Avenida Rio Branco e imediações do seu Grande Ponto (1936/1945). Dribla as violências policiais e até as severas censuras da ditadura Vargas…

Lendo-o, você vai conhecer tudo isso e muito mais! Até viver o que seus avós e bisavós viveram! Saber quem foram os nossos primeiros carnavalescos da cidade dos ‘Três Reis Magos’! Reis e Rainhas. Clubes e agremiações. Tudo cronologicamente entre 1875 e 1945 – final da Segunda Guerra Mundial. Fotos inéditas a partir dos anos 10… Os registros das festas paralelas oficiais e particulares. Os primeiros bailes festivos no velho Teatro Carlos Gomes… Tudo o que os antiguíssimos jornais registraram sobre as folias de rua. Ora seus cronistas reclamando ou elogiando os festejos momescos.

Este é o primeiro volume. Obra do inquieto pesquisador Gutenberg Costa, que pioneiramente nos trouxe cronologicamente às historias da parte alegre e pouco conhecida da cidade, que por muitas décadas até fora chamada por alguns historiadores de cidade – “Pacata”…

A referida obra é apresentada pelo historiador e escritor Claudio Galvão e muito bem recomendada nas suas duas orelhas, pelos pesquisadores e escritores Anchieta Fernandes e Claudionor Barbalho. Todos três confrades do autor no Instituto Histórico e Geográfico do RN. São quase 300 páginas, ilustradas com fotografias antigas, de personagens e agremiações envolvidas. Não percam o privilégio de ter em suas mãos e olhos, um verdadeiro e exclusivo trabalho de pesquisa, que pioneiramente trata com minuciosamente os nossos antigos e bons carnavais! E se trata de uma séria obra, que faltava na história da cidade do mestre Câmara Cascudo um dos maiores citados com valiosas informações.

“Chegou atrasada, mas em boa hora!”  – Diz, seu quixotesco autor e pesquisador, que a trazia guardada, por quase três décadas em seus arquivos/computador.

Publicado pela editora 8, com patrocínio cultural do (FIC) Fundo de Incentivo à Cultura, da Prefeitura de Natal e recursos do próprio autor. Este é apresentado pelo historiador e escritor Claudio Galvão, com comentários de suas orelhas, do também historiador e escritor Claudionor Barbalho e do pesquisador e escritor Anchieta Fernandes. Arte de capa e diagramação do designer visual Marcelo Sena.

Vale a pena participar, comprar o livro, pegar o autógrafo do autor e conferir as muitas estórias da ocasião.

É por aí!…

Casciano Vidal