CONDENAÇÕES SOMAM MAIS DE MIL E TREZENTOS ANOS EM 3 ANOS DE LAVA JATO

Juiz Sérgio Moro condena corruptos na Operação Lava Jato. * Foto – Internet – Parceiro – Agência O Globo

Anote aí esses números:

São 3 anos de Operação Lava Jato;

746 buscas e apreensões;

183 pedidos de cooperação internacional;

155 acordos de colaboração com investigados;

10 acordos de leniência com empresas;

56 acusações criminais em primeira instância;

260 pessoas processadas;

26 sentenças condenatórias;

130 réus condenados;

As penas imputadas aos condenados, somam mais de 1 mil e 300 anos, e,

Mais de 10 bilhões de reais serão devolvidos aos cofres públicos.

Isso é muito bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

BOI MANSO NÃO FOGE – MICHEL TEMER PRECISA EXONERAR OSMAR SERRAGLIO

O ministro da Justiça flagrado defendendo o errado. * Foto – Internet – Carta Capital – Livre

O ministro da Justiça, Osmar Serraglio, do PMDB do Paraná, trabalhou na intenção de proteger Daniel Gonçalves Filho, preso pela Polícia Federal na Operação Carne Fraca.

Há gravações de conversas do ministro, antes de assumir o ministério, com um dos investigados, que reclamava da troca de um fiscal na fiscalização da sua empresa.

Depois há conversas de Osmar Serraglio, trabalhando, junto ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, para a volta do fiscal afastado.

Nada contra o deputado Osmar Serraglio e o que realiza na sua atividade parlamentar.

Tudo contra Osmar Serraglio usar o poder que o povo lhe conferiu, elegendo-o deputado federal, para defender o indefensável.

Este homem, não tem moral para continuar ministro.

Deve sair do governo brasileiro.

Osmar continuar ministro, é ruim para o Brasil!

Osmar ser exonerado, é bom para o Brasil!

O presidente Michel Temer não pode fugir.

Tem que exonerar Osmar Serraglio!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

REPERCUSSÃO DA ‘OPERAÇÃO CARNE FRACA’ – MUITO BARULHO POR QUASE NADA!

Delegados da Polícia Federal explicam detalhes. * Foto – Internet – Livre

A Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, investigou, até agora, 22 empresas. Entre elas, estão unidades de produção da JBS e da BRF, as duas maiores redes do Brasil, proprietárias das marcas Seara, Perdigão e Friboi.

Também há frigoríficos pequenos, como Master Carnes, Peccin e Souza Ramos. 3 frigoríficos foram fechados na operação.

A investigação flagrou 33 funcionários públicos, inclusive o ministro da Justiça, deputado Osmar Serraglio, em situações de burla, ou tentativa de burlar, a legislação brasileira.

Políticos do PMDB e do PP aparecem como beneficiados pelo esquema de propinas e corrupção.

37 pessoas estão presas e 2 estão foragidas. O dono do frigorífico Frigobeto, Nilson Alves Ribeiro e seu filho, Nilson Umberto Sacchelli Ribeiro, diretor da empresa, não foram localizados.

São 46 pessoas investigadas e a Justiça Federal mandou bloquear até 1 milhão de reais das contas bancárias dos investigados e o Banco Central já informou que bloqueou mais de 2 bilhões.

O esquema liberava estoques de carnes dos frigoríficos, sem a devida fiscalização, dos fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa.

Os números dessa operação, são ínfimos, se comparados com o universo do agronegócio brasileiro.

Não é a primeira vez, e nem será a última, que corruptores e corrompidos são flagradas em atos de corrupção.

O Brasil é muito maior do que isso.

Logo, logo, o assunto estará diluído, mas não esquecido.

E as punições precisam ser exemplares.

Tem que demitir funcionário público corrupto e tem que banir do negócio da carne, os criminosos, travestidos de empresários.

Essa Operação Carne Fraca, é sim, boa para o Brasil!

Não vai prejudicar o país.

Pelo contrário, demonstra seriedade no controle da produção de alimentos.

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

REPERCUSSÃO DA ‘OPERAÇÃO CARNE FRACA’ – MUITO BARULHO POR QUASE NADA!

Delegados da Polícia Federal explicam detalhes. * Foto – Internet – Livre

A Operação Carne Fraca, da Polícia Federal, investigou, até agora, 22 empresas. Entre elas, estão unidades de produção da JBS e da BRF, as duas maiores redes do Brasil, proprietárias das marcas Seara, Perdigão e Friboi.

Também há frigoríficos pequenos, como Master Carnes, Peccin e Souza Ramos. 3 frigoríficos foram fechados na operação.

A investigação flagrou 33 funcionários públicos, inclusive o ministro da Justiça, deputado Osmar Serraglio, em situações de burla, ou tentativa de burlar, a legislação brasileira.

Políticos do PMDB e do PP aparecem como beneficiados pelo esquema de propinas e corrupção.

37 pessoas estão presas e 2 estão foragidas. O dono do frigorífico Frigobeto, Nilson Alves Ribeiro e seu filho, Nilson Umberto Sacchelli Ribeiro, diretor da empresa, não foram localizados.

São 46 pessoas investigadas e a Justiça Federal mandou bloquear até 1 milhão de reais das contas bancárias dos investigados e o Banco Central já informou que bloqueou mais de 2 bilhões.

O esquema liberava estoques de carnes dos frigoríficos, sem a devida fiscalização, dos fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa.

Os números dessa operação, são ínfimos, se comparados com o universo do agronegócio brasileiro.

Não é a primeira vez, e nem será a última, que corruptores e corrompidos são flagradas em atos de corrupção.

O Brasil é muito maior do que isso.

Logo, logo, o assunto estará diluído, mas não esquecido.

E as punições precisam ser exemplares.

Tem que demitir funcionário público corrupto e tem que banir do negócio da carne, os criminosos, travestidos de empresários.

Essa Operação Carne Fraca, é sim, boa para o Brasil!

Não vai prejudicar o país.

Pelo contrário, demonstra seriedade no controle da produção de alimentos.

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

LAVA JATO AJUDA A DESMONTAR MECANISMO DE EXPLORAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

José Padilha dirige filme sobre a Lava Jato. * Foto – Internet – Monica Imbuzeiro – Agência O Globo

Tese é defendida em texto que o jornalista e cineasta José Padilha, diretor de Tropa de Elite, publicou no Blog do Noblat / O Globo.

O texto de José Padilha foi compartilhado pelo procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, em seu perfil do Facebook e ganhou vários compartilhamentos voluntários.

É uma análise sobre o “Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira.”

“A importância da Lava-Jato Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira.

1) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

3) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

4) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

5) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

8) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Ótimas as percepções de José Padilha sobre a realidade brasileira!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

LAVA JATO AJUDA A DESMONTAR MECANISMO DE EXPLORAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

José Padilha dirige filme sobre a Lava Jato. * Foto – Internet – Monica Imbuzeiro – Agência O Globo

Tese é defendida em texto que o jornalista e cineasta José Padilha, diretor de Tropa de Elite, publicou no Blog do Noblat / O Globo.

O texto de José Padilha foi compartilhado pelo procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, em seu perfil do Facebook e ganhou vários compartilhamentos voluntários.

É uma análise sobre o “Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira.”

“A importância da Lava-Jato Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira.

1) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

3) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

4) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

5) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

8) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Ótimas as percepções de José Padilha sobre a realidade brasileira!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

FACHIN AUTORIZA INVESTIGAR SARNEY, JUCÁ, RENAN E SÉRGIO MACHADO

Ministro Edson Fachin autorizou inquérito. * Foto – Internet – Andressa Anholete – AFP

A acusação é de formação de quadrilha e tentativa de obstrução da Operação Lava Jato.

Os investigados são o ex-presidente José Sarney, o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (atual líder do partido naquela casa), o atual presidente do PMDB, senador Romero Jucá, e o ex-presidente da Transpetro, ex-senador Sérgio Machado.

Quem pediu foi o procurador geral da república, Rodrigo Janot e quem autorizou a formalização do inquérito e a investigação, foi o ministro Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal – STF.

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

3 DECISÕES FAZEM A SEMANA FICAR MAIS QUENTE EM BRASÍLIA

Supremo Tribunal Federal. * Foto – Internet – Livre

A definição, por sorteio, do sucessor do ministro Teori Zavascki, nesta quarta-feira, em Brasília; a eleição do presidente do Senado da República, também nesta quarta-feira, e a eleição do presidente da Câmara dos Deputados, amanhã, quinta-feira, são 3 decisões muito importantes para o futuro do Brasil.

No Supremo Tribunal Federal – STF, a maioria dos ministros acredita que o melhor nome, entre eles, é o do ministro Luiz Edson Facchin, por isso ele já está substituindo Teori, na segunda turma. Com Facchin assumindo a relatoria da Operação Lava Jato, não haveria problemas de continuidade nas apurações do maior roubo de dinheiro público do planeta.

Congresso Nacional. * Foto – Internet – livrespensadores.net

No Congresso Nacional, há expectativas com a eleição do presidente do Senado, onde o principal concorrente é o senador Eunício de Oliveira, do PMDB do Ceará, embora exista também a candidatura do senador José Medeiros, do PSD de Mato Grosso.

Na Câmara dos Deputados, o principal concorrente é o deputado Rodrigo Maia, do DEM do Rio de Janeiro, atual presidente, que depende ainda, de um julgamento do STF sobre a validade jurídica da sua candidatura. Os outros concorrentes são os deputados Jovair Arantes, do PTB de Goiás, e Rogértio Rosso, do PSD do Distrito Federal.

E fica um registro: os nomes de Eunício Oliveira e Rodrigo Maia estão com imagem extremamente negativa na opinião pública nacional, entre outras coisas porque são investigados na Operação Lava Jato.

E seria péssimo para as casas legislativas, manterem na presidência parlamentares investigados em casos de corrupção.

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com