COMO CONFIAR NAS INFORMAÇÕES? TEMPOS DE DÚVIDAS? INTERROGAÇÕES?

Ilustração – Nova logomarca do Instituto Índice Pesquisa – Arte – Cassiano Cunha

PRIMEIRAMENTE, FORA O RADICALISMO!

Se está difícil acreditar nas informações que você lê na sua timeline, imagine a quantidade de erros que são cometidos baseados nas informações falas da internet?

Estamos vivendo tempos de dúvidas, mas para conquistar as certezas, precisamos de fontes de informação confiáveis.

Mas, antes disso, vejamos o que é mesmo que representa o termo dúvida.

Segundo o Aurélio:

“[Dev. de duvidar.]

Substantivo feminino. 

1.Incerteza sobre a realidade de um fato ou verdade de uma asserção; hesitação, indecisão: 

Estava em dúvida, indeciso quanto ao que lhe haviam dito. 

2.Dificuldade em crer; descrença, cepticismo.

3.Desconfiança, suspeita: 

dúvida corroía-lhe a alma. 

4.Escrúpulo, receio: 

Tinha dúvida em aceitar a oferta;

era excessiva. 

5.Obstáculo, objeção: 

Gostava dela, sua dúvida era a família. 

6.Filos. Suspensão temporária do assentimento, seja por insuficiência de motivos, seja por equilíbrio entre motivos contrários, seja por atitude deliberada. [Cf. duvida, do v. duvidar.]

Sem dúvida. 1.Com certeza; indubitavelmente; por sem dúvida.

Dúvida hiperbólica. 1. Hist. Filos. Para Descartes (v. cartesianismo), a dúvida universal como ponto de partida para bem se conduzir a razão na investigação da verdade. 

Dúvida metódica. 1. Filos. Recusa deliberada e simulada do valor de um conhecimento para que, em seguida, sejam apresentadas de modo sistemático as razões que o legitimam. 

Por sem dúvida. 1.V. sem dúvida: “Por sem dúvida a execução artística está muito longe da perfeição.” (Bernardo Guimarães, O Seminarista, pp. 36-37.).”

Se a fonte da informação não é institucionalmente estruturada, desconfie e exerça o seu poder de duvidar.

Escolher com mais cuidado as suas fontes de informação, é essencial para saber o que está acontecendo realmente no mundo.

Isso será muito bom para o mundo!

Isso é bom para o Brasil!

É bom para você!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

ÓTIMO ‘BATE–PAPO NA CIDADE’ – 94FM, COM ELIANA LIMA E GUSTAVO NEGREIROS

Satisfação falar sobre os mais de 30 anos do Instituto Índice Pesquisa. * Foto Especial – Karen Paiva

ADENDO DIA 7 DE ABRIL: PRIMEIRAMENTE, FORA O RADICALISMO!

Agradeço a jornalista Eliana Lima o convite para falar sobre os mais de 30 anos do Instituto Índice Pesquisa no programa Bate-Papo na Cidade, 94FM.

Conversa agradável e descontraída com ela e com o jornalista, também advogado, Gustavo Negreiros. Faltou Ciro Pedrosa, jornalista de boa verve.

De outra vez, quem sabe!

Detalhe da conversa: empresários paraibanos se antecipam aos do Rio Grande do Norte e começam a pesquisar intenção de consumo da população (compra/troca de automóvel, compra/troca de apartamento), em função da leve melhora no consumo brasileiro.

Outro detalhe: pesquisas revelam que nomes são mais importantes do que partidos nas eleições do próximo ano.

Outros assuntos de Natal: Uber, concessões públicas dos serviços de táxi, concessão dos serviços de transporte coletivo de passageiros. Falta a Prefeitura de Natal e aos empresários, uma solução salomônica, que beneficia os usuários do sistema, que pagam a existência dele. Os parabés para Maria Josetina Guedes do Rêgo, pelo lançamento do livro ‘Conversando com Meu Pai’, livro biográfico com a história de José Guedes do Rêgo.

ADENDO DIA 7 DE ABRIL: A ocupação da estrada de acesso ao aeroporto internacional Aluizio Alves por descendentes indígenas do Rio Grande do Norte foi duramente criticada pelos jornalistas no programa.

Outros assuntos do Brasil: Lava Jato – a aprovação do ministro do STF, Edson Fachin, para incluir políticos com mandato no processo da delação premiada do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Entre eles, estão 5 do Rio Grande do Norte: os senadores Garibaldi Alves e José Agripino; os deputados federais Felipe Maia e Walter Alves e o ex-deputado Henrique Eduardo Alves. Acusados negam acusações.

Registro que foi muito bom voltar a Rádio Cidade 94FM, uma empresa do grupo capitaneado pelo empresário Haroldo Azevedo.

Liberdade de expressão é bom para o Brasil

É bom para você!

É bom para o todo mundo!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

ÓTIMO ‘BATE–PAPO NA CIDADE’ – 94FM, COM ELIANA LIMA E GUSTAVO NEGREIROS

Satisfação falar sobre os mais de 30 anos do Instituto Índice Pesquisa. * Foto Especial – Karen Paiva

Agradeço a jornalista Eliana Lima o convite para falar sobre os mais de 30 anos do Instituto Índice Pesquisa no programa Bate-Papo na Cidade, 94FM.

Conversa agradável e descontraída com ela e com o jornalista, também advogado, Gustavo Negreiros. Faltou Ciro Pedrosa, jornalista de boa verve.

De outra vez, quem sabe!

Detalhe da conversa: empresários paraibanos se antecipam aos do Rio Grande do Norte e começam a pesquisar intenção de consumo da população (compra/troca de automóvel, compra/troca de apartamento), em função da leve melhora no consumo brasileiro.

Outro detalhe: pesquisas revelam que nomes são mais importantes do que partidos nas eleições do próximo ano.

Outros assuntos de Natal: Uber, concessões públicas dos serviços de táxi, concessão dos serviços de transporte coletivo de passageiros. Falta a Prefeitura de Natal e aos empresários, uma solução salomônica, que beneficia os usuários do sistema, que pagam a existência dele. Os parabés para Maria Josetina Guedes do Rêgo, pelo lançamento do livro ‘Conversando com Meu Pai’, livro biográfico com a história de José Guedes do Rêgo.

Outros assuntos do Brasil: Lava Jato – a aprovação do ministro do STF, Edson Fachin, para incluir políticos com mandato no processo da delação premiada do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Entre eles, estão 5 do Rio Grande do Norte: os senadores Garibaldi Alves e José Agripino; os deputados federais Felipe Maia e Walter Alves e o ex-deputado Henrique Eduardo Alves. Acusados negam acusações.

Registro que foi muito bom voltar a Rádio Cidade 94FM, uma empresa do grupo capitaneado pelo empresário Haroldo Azevedo.

Liberdade de expressão é bom para o Brasil

É bom para você!

É bom para o todo mundo!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

TEMPOS DE INTERROGAÇÃO? DÚVIDAS? CONFIA NAS FONTES DAS NOTÍCIAS?

Ilustração – Nova logomarca do Instituto Índice Pesquisa. 84 99990-1473. * Arte – Cassiano Cunha

Está achando difícil formar a sua opinião sobre quaisquer assuntos, em quaisquer parte do mundo?

A internet lhe propicia o acesso a inúmeras fontes de informações, sem conseguir lhe garantir a qualidade da informação acessada.

Costumo recomendar a busca de informações em fontes confiáveis.

Mas quais são as fontes confiáveis?

A pergunta pede a interrogação.

O que é interrogação?

Segundo o Aurélio:

“Interrogação

[Do lat. interrogatione.]

Substantivo feminino. 

  1. Ato ou efeito de interrogar(-se); interrogatório.
  2. Ponto de interrogação.
  3. E. Ling. Uma das quatro classes em que se dividem as sentenças simples, cuja função é exprimir a falta de informação sobre determinado tópico, a qual é pedida ao ouvinte, e que se caracteriza pela presença de pelo menos um dos seguintes fatores: (a) entonação interrogativa; (b) presença de um pronome interrogativo. Ex.: Quemdisse tal coisa?; (c) inversão da ordem sujeito-verbo. Ex.: Conseguirá nosso herói libertar-se?[Cf., nesta acepç.: afirmação(8), comando (4) eexclamação (2)].]

Interrogação exclamativa. 1. E. Ling. Sentença que é formalmente uma interrogação, mas que, como a exclamação, funciona para a expressão de sentimentos. Ex.: Não é este um filme maravilhoso?

Interrogação retórica. 1. E. Ling. Sentença que é formalmente uma interrogação, mas que funciona como uma afirmação. Ex.: Que diferença isto faz? (= ‘Isto não faz diferença’).”

Empresas de comunicação que tem vários veículos de informação, entre jornais, emissoras de rádio e televisão e portais de internet, costumam ser fontes de informações mais confiáveis. Conquistaram essa condição, pelo tempo que prestam esses serviços na história. Reduzem, no caso de notícias, as interrogações na sua mente.

Novos portais, novos sites e novos blogues, ao contrário, ainda precisam mostrar serviços para conquistar a credibilidade.

E, às vezes, exageram, provocando com ferramentas viciadas, muitos acessos, acreditando que conquistam credibilidade.

Mas, nem sempre dá certo!

É melhor receber e compatilhar informações confiáveis!

Evita pedir desculpas pelos erros de informação cometidos!

Esse é um movimento fantástico na busca da informação confiável e do conhecimento acreditado.

O que é muito bom!

Para todos nós e para o mundo todo!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

O PODER ENCANTA, INEBRIA, EXTASIA, ENTUSIASMA E ENGANA OS PODEROSOS

Ilustração – Nova logomarca do Instituto Índice Pesquisa. * Arte – Cassiano Cunha

O jornal O Estado de São Paulo – Estadão, publicou hoje um editorial analisando a pesquisa que a Fundação Perseu Abramo, do Partido dos Trabalhadores, realizou nos bairros mais pobres de São Paulo.

A análise está tão bem elaborada, explicada, que reproduzimos abaixo:

“O colapso do discurso petista – Toda a discussão sobre a divisão da sociedade entre “nós” e “eles”, promovida incessantemente pelo PT, é significativa somente para as classes médias e as suas redes sociais.

03 Abril 2017 | 05h00

A derrota sofrida pelo PT na eleição municipal de São Paulo foi tão acachapante que o partido resolveu tentar descobrir, com método científico, as razões desse desastre, que foi especialmente doloroso na periferia da capital, antigo reduto petista. Para isso, a Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, foi aos bairros mais pobres da cidade para entrevistar os eleitores que, embora tivessem votado no partido entre 2002 e 2012, se negaram a votar em Dilma Rousseff para a Presidência em 2014 e em Fernando Haddad para a Prefeitura em 2016.

O resultado desse trabalho ilustra o quão descolado da realidade está o discurso petista voltado para os mais pobres. Mais do que isso, permite perceber que esses eleitores, diferentemente do que apregoam os ideólogos petistas, consideram o Estado, e não a “burguesia”, como seu inimigo, valorizam a meritocracia e entendem que a crise ética da sociedade não é resultado de vícios estruturais, e sim de mau comportamento individual, que deve ser resolvido, antes de mais nada, pela família.

A pesquisa foi feita entre 22 de novembro de 2016 e 10 de janeiro deste ano, baseando-se em entrevistas em profundidade com moradores de bairros periféricos de São Paulo, acima de 18 anos, com renda familiar mensal de até cinco salários mínimos e que deixaram de votar no PT. Ao menos 30% dos entrevistados são ou foram beneficiários de programas sociais implementados pelos governos petistas. Ou seja, é o perfil tido como característico do eleitor petista, ao menos no imaginário dos que consideram o PT representante natural dos “excluídos”.

Como hipótese, o estudo afirma que o padrão de vida na periferia melhorou como resultado direto das políticas dos governos petistas, mas essa melhoria levou os moradores a “se identificarem mais com a ideologia liberal, que sobrevaloriza o mercado”. Com a crise econômica, prossegue a hipótese, esses moradores, ao contrário do que os petistas certamente esperavam, reagiram movidos pela “lógica da competição”, isto é, pela ideia de que é preciso que cada um trabalhe duro para superar os problemas. Tal visão é incompatível com uma ideologia que anula o indivíduo em favor da “classe trabalhadora”.

De um modo geral, a pesquisa concluiu que a política “não é prioridade no cotidiano” dos entrevistados. Quando falam do tema, em geral abordam os escândalos de corrupção. O estudo constatou também que “as categorias analíticas utilizadas pela militância política ou pelo meio acadêmico não fazem sentido para os entrevistados”, isto é, os embates entre “direita” e “esquerda” ou entre “reacionários” e “progressistas” simplesmente “não habitam o imaginário da população”. Além disso, constatou a pesquisa, “a cisão entre a classe trabalhadora e a burguesia também não perpassa o imaginário dos entrevistados”. Isso significa, em outras palavras, que toda a discussão sobre a divisão da sociedade entre “nós” e “eles”, promovida incessantemente pelo PT, é significativa somente para as classes médias e as suas redes sociais.

O estudo é obrigado a reconhecer que “o principal confronto existente na sociedade não é entre ricos e pobres, entre capital e trabalho, entre corporações e trabalhadores”, e sim “entre Estado e cidadãos, entre a sociedade e seus governantes”. Para os entrevistados, “todos são vítimas do Estado que cobra impostos excessivos, impõe entraves burocráticos, gerencia mal o crescimento econômico e acaba por limitar ou sufocar a atividade das empresas”. A maioria, ademais, se disse favorável a “uma atuação mais integrada entre poder público e iniciativa privada em favor da coletividade”.

Dessa forma, segundo a Fundação Perseu Abramo, “abre-se espaço para o ‘liberalismo popular’, com demanda de menos Estado”. A entidade sugere que, se quiser voltar a prevalecer nas urnas, “o campo democrático-popular precisa produzir narrativas contra-hegemônicas mais consistentes e menos maniqueístas”. É o reconhecimento, afinal, de que a estratégia petista de hostilizar as “elites” fracassou, e é também a prova de que um projeto político que racionalize o Estado, estimule a iniciativa privada e premie os melhores e mais esforçados é eleitoralmente viável.”

Como diz o título desta publicação, ‘o poder encanta, inebria, extasia, entusiasma e engana os poderosos’!

Isso é bom para a democracia!

Isso é bom para a alternância de poder!

Isso é bom para você!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

O PODER ENCANTA, INEBRIA, EXTASIA, ENTUSIASMA E ENGANA OS PODEROSOS

Ilustração – Nova logomarca do Instituto Índice Pesquisa. * Arte – Cassiano Cunha

O jornal O Estado de São Paulo – Estadão, publicou hoje um editorial analisando a pesquisa que a Fundação Perseu Abramo, do Partido dos Trabalhadores, realizou nos bairros mais pobres de São Paulo.

A análise está tão bem elaborada, explicada, que reproduzimos abaixo:

“O colapso do discurso petista – Toda a discussão sobre a divisão da sociedade entre “nós” e “eles”, promovida incessantemente pelo PT, é significativa somente para as classes médias e as suas redes sociais.

03 Abril 2017 | 05h00

A derrota sofrida pelo PT na eleição municipal de São Paulo foi tão acachapante que o partido resolveu tentar descobrir, com método científico, as razões desse desastre, que foi especialmente doloroso na periferia da capital, antigo reduto petista. Para isso, a Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, foi aos bairros mais pobres da cidade para entrevistar os eleitores que, embora tivessem votado no partido entre 2002 e 2012, se negaram a votar em Dilma Rousseff para a Presidência em 2014 e em Fernando Haddad para a Prefeitura em 2016.

O resultado desse trabalho ilustra o quão descolado da realidade está o discurso petista voltado para os mais pobres. Mais do que isso, permite perceber que esses eleitores, diferentemente do que apregoam os ideólogos petistas, consideram o Estado, e não a “burguesia”, como seu inimigo, valorizam a meritocracia e entendem que a crise ética da sociedade não é resultado de vícios estruturais, e sim de mau comportamento individual, que deve ser resolvido, antes de mais nada, pela família.

A pesquisa foi feita entre 22 de novembro de 2016 e 10 de janeiro deste ano, baseando-se em entrevistas em profundidade com moradores de bairros periféricos de São Paulo, acima de 18 anos, com renda familiar mensal de até cinco salários mínimos e que deixaram de votar no PT. Ao menos 30% dos entrevistados são ou foram beneficiários de programas sociais implementados pelos governos petistas. Ou seja, é o perfil tido como característico do eleitor petista, ao menos no imaginário dos que consideram o PT representante natural dos “excluídos”.

Como hipótese, o estudo afirma que o padrão de vida na periferia melhorou como resultado direto das políticas dos governos petistas, mas essa melhoria levou os moradores a “se identificarem mais com a ideologia liberal, que sobrevaloriza o mercado”. Com a crise econômica, prossegue a hipótese, esses moradores, ao contrário do que os petistas certamente esperavam, reagiram movidos pela “lógica da competição”, isto é, pela ideia de que é preciso que cada um trabalhe duro para superar os problemas. Tal visão é incompatível com uma ideologia que anula o indivíduo em favor da “classe trabalhadora”.

De um modo geral, a pesquisa concluiu que a política “não é prioridade no cotidiano” dos entrevistados. Quando falam do tema, em geral abordam os escândalos de corrupção. O estudo constatou também que “as categorias analíticas utilizadas pela militância política ou pelo meio acadêmico não fazem sentido para os entrevistados”, isto é, os embates entre “direita” e “esquerda” ou entre “reacionários” e “progressistas” simplesmente “não habitam o imaginário da população”. Além disso, constatou a pesquisa, “a cisão entre a classe trabalhadora e a burguesia também não perpassa o imaginário dos entrevistados”. Isso significa, em outras palavras, que toda a discussão sobre a divisão da sociedade entre “nós” e “eles”, promovida incessantemente pelo PT, é significativa somente para as classes médias e as suas redes sociais.

O estudo é obrigado a reconhecer que “o principal confronto existente na sociedade não é entre ricos e pobres, entre capital e trabalho, entre corporações e trabalhadores”, e sim “entre Estado e cidadãos, entre a sociedade e seus governantes”. Para os entrevistados, “todos são vítimas do Estado que cobra impostos excessivos, impõe entraves burocráticos, gerencia mal o crescimento econômico e acaba por limitar ou sufocar a atividade das empresas”. A maioria, ademais, se disse favorável a “uma atuação mais integrada entre poder público e iniciativa privada em favor da coletividade”.

Dessa forma, segundo a Fundação Perseu Abramo, “abre-se espaço para o ‘liberalismo popular’, com demanda de menos Estado”. A entidade sugere que, se quiser voltar a prevalecer nas urnas, “o campo democrático-popular precisa produzir narrativas contra-hegemônicas mais consistentes e menos maniqueístas”. É o reconhecimento, afinal, de que a estratégia petista de hostilizar as “elites” fracassou, e é também a prova de que um projeto político que racionalize o Estado, estimule a iniciativa privada e premie os melhores e mais esforçados é eleitoralmente viável.”

Como diz o título desta publicação, ‘o poder encanta, inebria, extasia, entusiasma e engana os poderosos’!

Isso é bom para a democracia!

Isso é bom para a alternância de poder!

Isso é bom para você!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

AS DÚVIDAS DESCOBREM CERTEZAS E ESTAS LEVAM AOS DESMASCARAMENTOS

Ilustração – Nova logomarca do Instituto Índice Pesquisa. * Arte – Cassiano Cunha

O mundo vive um tempo de dúvidas, apesar de todos os desmascaramentos, sucessivos, em todas as áreas do conhecimento humano.

“Se um homem começar com certezas, ele deverá terminar em dúvidas; mas se ele se satisfizer em começar com dúvidas, ele deverá terminar em certezas.”

Francis Bacon

O uso da tecnologia, com o rastreamento de sons e imagens, revela o planejamento e a realização de ações criminosas em todos os países do mundo.

 “Senhor, dai-nos sempre a tua companhia, e a companhia de homens e mulheres que têm dúvidas, agem, sonham, se entusiasmam e vivem como se cada dia fosse dedicado a tua glória.”

Paulo Coelho

Autoridades públicas são flagradas em atos criminosos e a legislação precisa ser mais rígida, seguindo uma tendência mundial de punição severa aos autores de crimes contra os governos, a ordem pública, a economia popular e o tesouro dos estados.

 “O problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as pessoas idiotas estão cheias de certezas…”

Bertrand Russell

São tempos de pós verdade!

Os criminosos também usam a tecnologia para divulgar outras versões e para os seus crimes, semeando dúvidas, que serão esclarecidas com o trabalho inteligente daqueles que combatem os crimes, investigando, processando e punindo os criminosos.

“Queremos ter certezas e não dúvidas, resultados e não experiências, mas nem mesmo percebemos que as certezas só podem surgir através das dúvidas e os resultados somente através das experiências.”

Carl Jung

Inspirado nesse cenário, o Instituto Índice Pesquisa atualiza a sua logomarca, inserindo a interrogação, substituindo o ponto pelo desenho da carinha do dinosauro simpático e inofensivo, que pode simbolizar a antropologia e há anos caracteriza o instituto.

A ideia é sugerir que tudo deve começar com as dúvidas, para se conquistar as certezas, através das pesquisas.

Vivas às dúvidas!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

AS DÚVIDAS DESCOBREM CERTEZAS E ESTAS LEVAM AOS DESMASCARAMENTOS

Ilustração – Nova logomarca do Instituto Índice Pesquisa. * Arte – Cassiano Cunha

O mundo vive um tempo de dúvidas, apesar de todos os desmascaramentos, sucessivos, em todas as áreas do conhecimento humano.

“Se um homem começar com certezas, ele deverá terminar em dúvidas; mas se ele se satisfizer em começar com dúvidas, ele deverá terminar em certezas.”

Francis Bacon

O uso da tecnologia, com o rastreamento de sons e imagens, revela o planejamento e a realização de ações criminosas em todos os países do mundo.

 “Senhor, dai-nos sempre a tua companhia, e a companhia de homens e mulheres que têm dúvidas, agem, sonham, se entusiasmam e vivem como se cada dia fosse dedicado a tua glória.”

Paulo Coelho

Autoridades públicas são flagradas em atos criminosos e a legislação precisa ser mais rígida, seguindo uma tendência mundial de punição severa aos autores de crimes contra os governos, a ordem pública, a economia popular e o tesouro dos estados.

 “O problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as pessoas idiotas estão cheias de certezas…”

Bertrand Russell

São tempos de pós verdade!

Os criminosos também usam a tecnologia para divulgar outras versões e para os seus crimes, semeando dúvidas, que serão esclarecidas com o trabalho inteligente daqueles que combatem os crimes, investigando, processando e punindo os criminosos.

“Queremos ter certezas e não dúvidas, resultados e não experiências, mas nem mesmo percebemos que as certezas só podem surgir através das dúvidas e os resultados somente através das experiências.”

Carl Jung

Inspirado nesse cenário, o Instituto Índice Pesquisa atualiza a sua logomarca, inserindo a interrogação, substituindo o ponto pelo desenho da carinha do dinosauro simpático e inofensivo, que pode simbolizar a antropologia e há anos caracteriza o instituto.

A ideia é sugerir que tudo deve começar com as dúvidas, para se conquistar as certezas, através das pesquisas.

Vivas às dúvidas!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

PESQUISA ÍNDICE REVELA APROVAÇÃO DE CARLOS EDUARDO E DILMA ROUSSEFF E MOSTRA ROSALBA CIARLINI SEM APROVAÇÃO

Desde o ano de 2001, com um pequeno intervalo de dois anos, o Instituto Índice Pesquisa realiza a pesquisa Top of Mind para a Revista Foco.

Na pesquisa deste ano, cujo resultado será publicado na edição que já se encontra em gráfica, foram incluídas, por solicitação da Revista FOCO, avaliações (através dos conceitos Ótimo, Bom, Regular Positivo, Regular Negativo, Ruim e Péssimo), do Governo da Presidente Dilma Rousseff, do Governo Rosalba Ciarlini e da Administração Carlos Eduardo, aqui em Natal.

Foram ouvidas 1.070 entrevistados e o perfil da amostra é o seguinte: Sexo – masculino 59,3% e feminino 40,7%. Idade – 10/14 anos 2,3%; 15/24 anos 23,4%; 25/34 anos 28,5%; 35/44 anos 20,8%; 45/59 anos 16,8% e 60 anos e mais 8,1%. Grau de Instrução – Analfabeto / Fundamental até a 3a Série 8,3%; 4a Série Fundamental 12,9%; Fundamental Completo 21,3%; Médio Completo 45,8% e Superior Completo 11,7%. Classificação Econômica Brasil – Classe A1 0,7%; Classe A2 1,3%; Classe B1 5,1%; Classe B2 11,7%; Classe C1 41,0%; Classe C2 12,1%; Classe D 26,2% e Classe E 1,8%.

O resultado apurado está no texto abaixo:

Na pesquisa Top of Mind deste ano, o Instituto Índice Pesquisa, também pediu aos entrevistados uma avaliação dos governos da presidente Dilma Rousseff, da governadora Rosalba Ciarlini e do prefeito Carlos Eduardo.

Conheça os números da Aprovação da Administração Carlos Eduardo e do Governo Dilma Rousseff e também da Falta de Aprovação do Governo Rosalba Ciarlini:

APROVAÇÃO DE CARLOS EDUARDO

Considerando o sistema mais rigoroso de interpretação da avaliação de governos pela opinião pública, pode-se afirmar que a Administração de Carlos Eduardo Alves conquista aprovação de 75,1% (resultado obtido a partir das subtração da avaliação negativa é de 12,4% da avaliação positiva, que é de 87,5%).

APROVAÇÃO DE DILMA ROUSSEFF

Pelo mesmo sistema, também pode-se afirmar que o Governo Dilma Rousseff tem aprovação de 70,9% (resultado obtido a partir das subtração da avaliação negativa é de 14,5% da avaliação positiva, que é de 85,4%).

ROSALBA CIARLINI SEM APROVAÇÃO

Utilizando-se também o mesmo sistema, chega-se a conclusão que o Governo Rosalba Ciarlini não recebe aprovação da opinião pública, e fica com – 40,2% (resultado obtido a partir das subtração da avaliação negativa é de 70,1% da avaliação positiva, que é de 29,9%).

AVALIAÇÃO POSITIVA

Carlos Eduardo conquista 87,5%; Dilma Rousseff fica com 85,$% e Rosalba Ciarlini com apenas 29,9%.

A Administração do Prefeito Carlos Eduardo é campeã da avaliação positiva dos governos ao conquistar 87,5% (soma de Ótima 16,4% + Boa 45,7% + Regular Positiva 25,4%), com pouco mais de 100 dias.

O Governo Dilma Rousseff ocupa a segunda posição, conquistando 85,4% de avaliação positiva (soma de Ótimo 13,6% + Bom 45,0% + Regular Positivo 26,8%), para o seu governo que já está quase na metade do terceiro ano.

O Governo Rosalba Ciarlini, que também já está quase na metade do terceiro ano do seu mandato, ocupa a terceira e última posição neste curto ranking, conquistando apenas 29,9% de avaliação positiva (soma de Ótimo 1,9% + Bom 13,1% + Regular Positivo 14,9%), para o seu governo.

AVALIAÇÃO NEGATIVA

O Governo Rosalba Ciarlini tem a pior avaliação com 70,1%, onde o Governo Dilma Rousseff tem apenas 14,% e a Administração Carlos Eduardo aparece com apenas 12,4%.

O Governo Rosalba Ciarlini é o pior avaliado, ao receber 70,1% de avaliação negativa (soma de Regular Negativo 17,9% + Ruim 20,7% + Péssimo 31,5%).

O Governo Dilma Rousseff ocupa a segunda posição na avaliação negativa, recebendo 14,5% (soma de Regular Negativo 6,5% + Ruim 4,2% + Péssimo 3,8%).

A Administração de Carlos Eduardo ficou com a avaliação negativa menos prejudicial a imagem pública, com apenas 12,4% (soma de Regular Negativa 4,7% + Ruim 5,0% + Péssima 2,7%).

A LEITURA DOS NÚMEROS

Evidente que trata-se de uma pesquisa quantitativa, quando os seus resultados são apresentados em quantidades de avaliação, positivas e negativas. A pesquisa não teve como objetivo identificar os motivos da avaliação, mas apenas avaliar.

Os dados apurados revelam o que todo mundo já comenta, não somente nos cafés, bares, restaurantes e esquinas das cidades, como também reflete o que se publica e comenta nas redes sociais.

Difícil imaginar que a presidente Dilma Rousseff ou o prefeito Carlos Eduardo Alves possam apresentar insatisfação com os resultados da pesquisa. Já a governadora Rosalba Ciarlini, inquirida sobre as pesquisas pelo jornalista Alex Viana, no Jornal da Cidade, da Rádio Cidade, limitou a afirmar: “Espero avaliação do final do mandato”.

A Revista FOCO tem lançamento previsto para os próximos dias, quando também será encaminhada para os assinantes e vendidas em bancas de revistas.

É por aí!… 

PESQUISA ÍNDICE / REVISTA FOCO: POPULAÇÃO AVALIA GOVERNOS DE DILMA, ROSALBA E CARLOS EDUARDO

GANHARÁ UM DOCE QUEM VENCER O DESAFIO.

Nos dias 13 e 14 de abril último, o Instituto Índice Pesquisa colocou um grupo de 18 pesquisadores de campo para realizar a pesquisa Top of Mind, de recordação de marcas no mercado de Natal, contratado pela Revista FOCO.

552951_3036290123911_898653728_nOs entrevistadores (foto Casciano Vidal) Alcinara Gutinéia da Silva Bezerra, Alisson Batista Ribeiro, Amanda Elisa de Oliveira Lamas, Anderson Pereira de Andrade, Bruno Henrique Bento Martins Bezerra, Bruno Raphael Nunes Machado, Edson Felix Ferreira, Francisco Eduardo Soares Oliveira, Higor Arraes de Oliveira, Isaac Segundo Camilo, Jean Carlos Soares Oliveira, Laryssa Isabela Silva de Melo, Maria Josilene de Carvalho, Rafael Medeiros Marcolino da Silva, Raianne de Araújo Teixeira, Raíssa Dantas Varela, Vitor Rubem de Lucena Azevedo Medeiros e Wellington Lima Gomes, ouviram 1.070 pessoas, em todos os bairros de Natal.

Além de ouvir a população alvo para a pesquisa de recordação de marcas Top of Mind, que será publicada na próxima edição da Revista FOCO, com lançamento previsto para a primeira quinzena de junho, os pesquisadores perguntaram aos entrevistados:

- Como o(a) Sr(a) avalia o Governo da Presidente Dilma Rousself através dos conceitos Ótimo, Bom, Regular Positivo, Regular Negativo, Ruim e Péssimo?

Também perguntaram:

- Como o(a) Sr(a) avalia o Governo de Rosalba Ciarlini, através dos conceitos Ótimo, Bom, Regular Positivo, Regular Negativo, Ruim e Péssimo?

E ainda:

- Como o(a) Sr(a) avalia a Administração do Prefeito Carlos Eduardo, através dos conceitos Ótimo, Bom, Regular Positivo, Regular Negativo, Ruim e Péssimo?

Depois de tabulados os dados, cada conceito recebeu os seguintes percentuais:

Ótimo, com: 13,6% / 16,4% e 1,9%.

Bom, com: 13,1% / 45,7% e 45,0%.

Regular Positivo, com: 26,8% / 25,4% e 14,9%.

Regular Negativo, com: 4,7% / 17,9% e 6,5%.

Ruim, com: 4,2% / 20,7% e 5,0%.

Péssimo, com: 2,7% / 3,8% e 31,5%.

Estes percentuais estão foram de ordem. Não correspondem a sequência das perguntas.

O desafio que fica, para quem acredita que conhece a opinião pública, é o seguinte:
- Você seria capaz de distribuir os percentuais, atribuindo-os corretamente para cada governante, de acordo com o resultado da pesquisa?

 

Governo Dilma Rousself

Ótimo – ?

Bom – ?

Regular Positivo – ?

Regular Negativo – ?

Ruim – ?

Péssimo – ?

Governo Rosalba Ciarlini

Ótimo – ?

Bom – ?

Regular Positivo – ?

Regular Negativo – ?

Ruim – ?

Péssimo – ?

 Administração Carlos Eduardo 

Ótimo – ?

Bom – ?

Regular Positivo – ?

Regular Negativo – ?

Ruim – ?

Péssimo – ?

O perfil da amostra dessa pesquisa foi o seguinte: Sexo – 59,3% do sexo masculino e 40,7% do sexo feminino. Faixa Etária – 2,3% com idade entre 10 e 14 anos; 23,4% com idade entre 15 e 24 anos; 28,5% com idade entre 25 e 34 anos; 20,8%com idade entre 35 e 44 anos; 16,8% com idade entre 45 e 59 anos e 8,1% com idade igual ou superior a 60 anos.  Grau de Instrução – 8,3%, Analfabeto / Fundamental até 3a Série; 12,9%, até a 4a Série do Fundamental; 21,3% Fundamental Completo; 45,8% Médio Completo e 11,7% Superior Completo. Classificação Econômica Brasil – 0,7% da Classe A1; 1,3% da Classe A2; 5,1% da Classe B1; 11,7% da Classe B2; 41,0% da Classe C1; 12,1% da Classe C2; 26,1% da Classe D e 1,8% da Classe E.

Comente com a sua opinião. As respostas e os comentários serão publicados, depois da aprovação do mediador. Não serão publicados comentários fora do contexto do desafio.

Participe. Mande sua opinião. E teste o seu conhecimento sobre a opinião pública da população de Natal.

O resultado será publicado na Revista Foco do mês de junho.