MARIA JOSETINA GUEDES DO RÊGO AUTOGRAFA ‘CONVERSANDO COM MEU PAI’

 Foto de Graça Matias Vidal – Livro ‘Conversando com Meu Pai’. * Arte – Engels Rêgo

Esta terça-feira, dia 4 de abril, vai ficar na memória de muitos norte-rio-grandenses, especialmente os pau-ferrenses, gentílico dos nascidos em Pau dos Ferros, na região Oeste do Estado, mais conhecida como a Tromba do Elefante.

Haverá um momento bem especial, a partir das 18 e até às 20hs, no Espaço Cuxá – Hotel Residence (Rua da Saudade, 1981, Lagoa Nova-Natal/RN), quando a professora Maria Josetina Guedes do Rêgo promove o lançamento e autografa o livro ‘Conversando com Meu Pai’, onde narra a história de vida de José Guedes do Rêgo, para os convidados, seus e dos seus irmãos.

No livro, que tem prefácio do jornalista Albimar Furtado, a professora Josetina narra os principais fatos da vida de José Guedes do Rêgo, rica nos aspectos de participação e liderança familiar, política, social, educacional e recreativa, recheando a narrativa com fatos históricos de Pau dos Ferros, do Rio Grande do Norte, do Brasil e do mundo.

Agradeço a Isaltino, gentil como sempre, o enviou do exemplar.

O livro ‘Conversando com Meu Pai’ é uma boa fonte para ampliar, nas minhas recordações, o conhecimento da história da região onde nasci e das pessoas que fizeram história lá.

Isso é muito bom!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

MARIA JOSETINA GUEDES DO RÊGO AUTOGRAFA ‘CONVERSANDO COM MEU PAI’

 Foto de Graça Matias Vidal – Livro ‘Conversando com Meu Pai’. * Arte – Engels Rêgo

Esta terça-feira, dia 4 de abril, vai ficar na memória de muitos norte-rio-grandenses, especialmente os pau-ferrenses, gentílico dos nascidos em Pau dos Ferros, na região Oeste do Estado, mais conhecida como a Tromba do Elefante.

Haverá um momento bem especial, a partir das 18 e até às 20hs, no Espaço Cuxá – Hotel Residence (Rua da Saudade, 1981, Lagoa Nova-Natal/RN), quando a professora Maria Josetina Guedes do Rêgo promove o lançamento e autografa o livro ‘Conversando com Meu Pai’, onde narra a história de vida de José Guedes do Rêgo, para os convidados, seus e dos seus irmãos.

No livro, que tem prefácio do jornalista Albimar Furtado, a professora Josetina narra os principais fatos da vida de José Guedes do Rêgo, rica nos aspectos de participação e liderança familiar, política, social, educacional e recreativa, recheando a narrativa com fatos históricos de Pau dos Ferros, do Rio Grande do Norte, do Brasil e do mundo.

Agradeço a Isaltino, gentil como sempre, o enviou do exemplar.

O livro ‘Conversando com Meu Pai’ é uma boa fonte para ampliar, nas minhas recordações, o conhecimento da história da região onde nasci e das pessoas que fizeram história lá.

Isso é muito bom!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

O PODER ENCANTA, INEBRIA, EXTASIA, ENTUSIASMA E ENGANA OS PODEROSOS

Ilustração – Nova logomarca do Instituto Índice Pesquisa. * Arte – Cassiano Cunha

O jornal O Estado de São Paulo – Estadão, publicou hoje um editorial analisando a pesquisa que a Fundação Perseu Abramo, do Partido dos Trabalhadores, realizou nos bairros mais pobres de São Paulo.

A análise está tão bem elaborada, explicada, que reproduzimos abaixo:

“O colapso do discurso petista – Toda a discussão sobre a divisão da sociedade entre “nós” e “eles”, promovida incessantemente pelo PT, é significativa somente para as classes médias e as suas redes sociais.

03 Abril 2017 | 05h00

A derrota sofrida pelo PT na eleição municipal de São Paulo foi tão acachapante que o partido resolveu tentar descobrir, com método científico, as razões desse desastre, que foi especialmente doloroso na periferia da capital, antigo reduto petista. Para isso, a Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, foi aos bairros mais pobres da cidade para entrevistar os eleitores que, embora tivessem votado no partido entre 2002 e 2012, se negaram a votar em Dilma Rousseff para a Presidência em 2014 e em Fernando Haddad para a Prefeitura em 2016.

O resultado desse trabalho ilustra o quão descolado da realidade está o discurso petista voltado para os mais pobres. Mais do que isso, permite perceber que esses eleitores, diferentemente do que apregoam os ideólogos petistas, consideram o Estado, e não a “burguesia”, como seu inimigo, valorizam a meritocracia e entendem que a crise ética da sociedade não é resultado de vícios estruturais, e sim de mau comportamento individual, que deve ser resolvido, antes de mais nada, pela família.

A pesquisa foi feita entre 22 de novembro de 2016 e 10 de janeiro deste ano, baseando-se em entrevistas em profundidade com moradores de bairros periféricos de São Paulo, acima de 18 anos, com renda familiar mensal de até cinco salários mínimos e que deixaram de votar no PT. Ao menos 30% dos entrevistados são ou foram beneficiários de programas sociais implementados pelos governos petistas. Ou seja, é o perfil tido como característico do eleitor petista, ao menos no imaginário dos que consideram o PT representante natural dos “excluídos”.

Como hipótese, o estudo afirma que o padrão de vida na periferia melhorou como resultado direto das políticas dos governos petistas, mas essa melhoria levou os moradores a “se identificarem mais com a ideologia liberal, que sobrevaloriza o mercado”. Com a crise econômica, prossegue a hipótese, esses moradores, ao contrário do que os petistas certamente esperavam, reagiram movidos pela “lógica da competição”, isto é, pela ideia de que é preciso que cada um trabalhe duro para superar os problemas. Tal visão é incompatível com uma ideologia que anula o indivíduo em favor da “classe trabalhadora”.

De um modo geral, a pesquisa concluiu que a política “não é prioridade no cotidiano” dos entrevistados. Quando falam do tema, em geral abordam os escândalos de corrupção. O estudo constatou também que “as categorias analíticas utilizadas pela militância política ou pelo meio acadêmico não fazem sentido para os entrevistados”, isto é, os embates entre “direita” e “esquerda” ou entre “reacionários” e “progressistas” simplesmente “não habitam o imaginário da população”. Além disso, constatou a pesquisa, “a cisão entre a classe trabalhadora e a burguesia também não perpassa o imaginário dos entrevistados”. Isso significa, em outras palavras, que toda a discussão sobre a divisão da sociedade entre “nós” e “eles”, promovida incessantemente pelo PT, é significativa somente para as classes médias e as suas redes sociais.

O estudo é obrigado a reconhecer que “o principal confronto existente na sociedade não é entre ricos e pobres, entre capital e trabalho, entre corporações e trabalhadores”, e sim “entre Estado e cidadãos, entre a sociedade e seus governantes”. Para os entrevistados, “todos são vítimas do Estado que cobra impostos excessivos, impõe entraves burocráticos, gerencia mal o crescimento econômico e acaba por limitar ou sufocar a atividade das empresas”. A maioria, ademais, se disse favorável a “uma atuação mais integrada entre poder público e iniciativa privada em favor da coletividade”.

Dessa forma, segundo a Fundação Perseu Abramo, “abre-se espaço para o ‘liberalismo popular’, com demanda de menos Estado”. A entidade sugere que, se quiser voltar a prevalecer nas urnas, “o campo democrático-popular precisa produzir narrativas contra-hegemônicas mais consistentes e menos maniqueístas”. É o reconhecimento, afinal, de que a estratégia petista de hostilizar as “elites” fracassou, e é também a prova de que um projeto político que racionalize o Estado, estimule a iniciativa privada e premie os melhores e mais esforçados é eleitoralmente viável.”

Como diz o título desta publicação, ‘o poder encanta, inebria, extasia, entusiasma e engana os poderosos’!

Isso é bom para a democracia!

Isso é bom para a alternância de poder!

Isso é bom para você!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

O PODER ENCANTA, INEBRIA, EXTASIA, ENTUSIASMA E ENGANA OS PODEROSOS

Ilustração – Nova logomarca do Instituto Índice Pesquisa. * Arte – Cassiano Cunha

O jornal O Estado de São Paulo – Estadão, publicou hoje um editorial analisando a pesquisa que a Fundação Perseu Abramo, do Partido dos Trabalhadores, realizou nos bairros mais pobres de São Paulo.

A análise está tão bem elaborada, explicada, que reproduzimos abaixo:

“O colapso do discurso petista – Toda a discussão sobre a divisão da sociedade entre “nós” e “eles”, promovida incessantemente pelo PT, é significativa somente para as classes médias e as suas redes sociais.

03 Abril 2017 | 05h00

A derrota sofrida pelo PT na eleição municipal de São Paulo foi tão acachapante que o partido resolveu tentar descobrir, com método científico, as razões desse desastre, que foi especialmente doloroso na periferia da capital, antigo reduto petista. Para isso, a Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT, foi aos bairros mais pobres da cidade para entrevistar os eleitores que, embora tivessem votado no partido entre 2002 e 2012, se negaram a votar em Dilma Rousseff para a Presidência em 2014 e em Fernando Haddad para a Prefeitura em 2016.

O resultado desse trabalho ilustra o quão descolado da realidade está o discurso petista voltado para os mais pobres. Mais do que isso, permite perceber que esses eleitores, diferentemente do que apregoam os ideólogos petistas, consideram o Estado, e não a “burguesia”, como seu inimigo, valorizam a meritocracia e entendem que a crise ética da sociedade não é resultado de vícios estruturais, e sim de mau comportamento individual, que deve ser resolvido, antes de mais nada, pela família.

A pesquisa foi feita entre 22 de novembro de 2016 e 10 de janeiro deste ano, baseando-se em entrevistas em profundidade com moradores de bairros periféricos de São Paulo, acima de 18 anos, com renda familiar mensal de até cinco salários mínimos e que deixaram de votar no PT. Ao menos 30% dos entrevistados são ou foram beneficiários de programas sociais implementados pelos governos petistas. Ou seja, é o perfil tido como característico do eleitor petista, ao menos no imaginário dos que consideram o PT representante natural dos “excluídos”.

Como hipótese, o estudo afirma que o padrão de vida na periferia melhorou como resultado direto das políticas dos governos petistas, mas essa melhoria levou os moradores a “se identificarem mais com a ideologia liberal, que sobrevaloriza o mercado”. Com a crise econômica, prossegue a hipótese, esses moradores, ao contrário do que os petistas certamente esperavam, reagiram movidos pela “lógica da competição”, isto é, pela ideia de que é preciso que cada um trabalhe duro para superar os problemas. Tal visão é incompatível com uma ideologia que anula o indivíduo em favor da “classe trabalhadora”.

De um modo geral, a pesquisa concluiu que a política “não é prioridade no cotidiano” dos entrevistados. Quando falam do tema, em geral abordam os escândalos de corrupção. O estudo constatou também que “as categorias analíticas utilizadas pela militância política ou pelo meio acadêmico não fazem sentido para os entrevistados”, isto é, os embates entre “direita” e “esquerda” ou entre “reacionários” e “progressistas” simplesmente “não habitam o imaginário da população”. Além disso, constatou a pesquisa, “a cisão entre a classe trabalhadora e a burguesia também não perpassa o imaginário dos entrevistados”. Isso significa, em outras palavras, que toda a discussão sobre a divisão da sociedade entre “nós” e “eles”, promovida incessantemente pelo PT, é significativa somente para as classes médias e as suas redes sociais.

O estudo é obrigado a reconhecer que “o principal confronto existente na sociedade não é entre ricos e pobres, entre capital e trabalho, entre corporações e trabalhadores”, e sim “entre Estado e cidadãos, entre a sociedade e seus governantes”. Para os entrevistados, “todos são vítimas do Estado que cobra impostos excessivos, impõe entraves burocráticos, gerencia mal o crescimento econômico e acaba por limitar ou sufocar a atividade das empresas”. A maioria, ademais, se disse favorável a “uma atuação mais integrada entre poder público e iniciativa privada em favor da coletividade”.

Dessa forma, segundo a Fundação Perseu Abramo, “abre-se espaço para o ‘liberalismo popular’, com demanda de menos Estado”. A entidade sugere que, se quiser voltar a prevalecer nas urnas, “o campo democrático-popular precisa produzir narrativas contra-hegemônicas mais consistentes e menos maniqueístas”. É o reconhecimento, afinal, de que a estratégia petista de hostilizar as “elites” fracassou, e é também a prova de que um projeto político que racionalize o Estado, estimule a iniciativa privada e premie os melhores e mais esforçados é eleitoralmente viável.”

Como diz o título desta publicação, ‘o poder encanta, inebria, extasia, entusiasma e engana os poderosos’!

Isso é bom para a democracia!

Isso é bom para a alternância de poder!

Isso é bom para você!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

LAVA JATO AJUDA A DESMONTAR MECANISMO DE EXPLORAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

José Padilha dirige filme sobre a Lava Jato. * Foto – Internet – Monica Imbuzeiro – Agência O Globo

Tese é defendida em texto que o jornalista e cineasta José Padilha, diretor de Tropa de Elite, publicou no Blog do Noblat / O Globo.

O texto de José Padilha foi compartilhado pelo procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, em seu perfil do Facebook e ganhou vários compartilhamentos voluntários.

É uma análise sobre o “Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira.”

“A importância da Lava-Jato Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira.

1) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

3) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

4) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

5) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

8) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Ótimas as percepções de José Padilha sobre a realidade brasileira!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

LAVA JATO AJUDA A DESMONTAR MECANISMO DE EXPLORAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

José Padilha dirige filme sobre a Lava Jato. * Foto – Internet – Monica Imbuzeiro – Agência O Globo

Tese é defendida em texto que o jornalista e cineasta José Padilha, diretor de Tropa de Elite, publicou no Blog do Noblat / O Globo.

O texto de José Padilha foi compartilhado pelo procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, em seu perfil do Facebook e ganhou vários compartilhamentos voluntários.

É uma análise sobre o “Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira.”

“A importância da Lava-Jato Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira.

1) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

3) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

4) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

5) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

8) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Ótimas as percepções de José Padilha sobre a realidade brasileira!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

BRUTALIDADE ANIMAL: BRIGA DE FACÇÕES MATA DEZENAS EM PRESÍDIO DE MANAUS

Falei de sexo, prazer e flores, ontem e hoje, nas redes sociais, mas não tem como calar diante da brutalidade animal, irracional, que aconteceu no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus, com 60 mortes confirmadas, uma parte decapitada.

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* Foto – Internet: Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.

Sem coragem para publicar fotos dos detalhes, que você já encontra na internet, reafirmo o que já publico há tempos: o Brasil precisa mudar urgentemente! Os políticos, de maneira geral, estão brincando quando a nação está afundando.

Este é mais um exemplo da imensa desigualdade que a cada dia cresce mais no país, distanciando o governo, com os privilégios e mordomias dos ocupantes de cargos públicos, e o povo, sofrido, escorchado em seus direitos.

A distância, entre governantes e nação já está beirando a brutalidade, chegando a barbárie.

Dizem, as autoridades, que é uma briga de facções de presidiários, do PCC – Primeiro Comando da Capital, de São Paulo, e da Família do Norte – FDN, do Amazonas.

De um jeito ou do outro, são seres humanos, abandonados à própria sorte, quando deveriam estar sob a proteção do Estado.

Chego até a pensar em punições mais severas, como a pena de morte, para crimes hediondos, como os esquartejamentos e decapitações acontecidas em Manaus.

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

 

CARTAS (SEM RESPOSTAS) AO MORDOMO 6: BRASIL PRECISA ACELERAR MUDANÇAS

Senhor Mordomo, como vai?

Acho que você está bem, mas o Brasil está mal.

O Brasil precisa de reformas urgentes!

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* Foto – Internet: Abril.

Pode tirar essa cara de preocupado. O governo do Brasil não precisa de uma reforma plástica. Nada de maquiagem!

O governo precisa de uma reforma que lhe garanta seguir em frente.

Não se trata de fazer pequenos ajustes para garantir uma curta sobrevida, de jeito nenhum!

O Brasil está precisando reformar pontos importantes do seu sistema de governo.

Temos numa democracia representativa, mas os representantes não respeitam mais os desejos dos representados.

Não bastam as reformas do Teto de Gastos, do Ensino Médio e da Previdência. Aliás a Reforma da Previdência, do jeito que está, protege o estado e prejudica o trabalhador.

O povo quer mais!

Quer urgência na Reforma Política, com o fim das reeleições para os cargos majoritários e somente uma reeleição para os proporcionais. Chega de reeleições sucessivas!

Pelo fim dos privilégios, com a oferta de altos salários, cheios de penduricalhos e mordomias no serviço público.

Até agora, Senhor Mordomo, o seu governo, do seu presidente, tem sido o governo de `empurar com a barriga`, de enganar o povo.

E não pense que vai controlar a inflação e melhorar a economia, apenas com mexidas na taxa selic.

Se você, caro Mordomo, a eminência parda que mais manda no governo do seu presidente Michel Temer, não está conseguindo fazer muita coisa, imagina os outros.

E se não tem condições de fazer nada, o negócio é convocar uma nova constituinte e renunciar, entregando o comando do país à presidente do Supremo Tribunal Federal – STF, a ministra Cármem Lúcia.

Esse, um dos maiores desejos do povo brasileiro para este 2017 que se inicia amanhã.

Senhor Mordomo, diga ao seu presidente que faça isso!

Feliz Ano Novo!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

 

QUANTA INOCÊNCIA NA ANÁLISE DA SEGURANÇA PÚBLICA NO BRASIL!

Aos 55 anos de idade ninguém é velho! E nem os direitos de idoso conquistou ainda. Mas já tem a obrigação de ter sabedoria para entender o que é o mundo, compreender o planeta terra, os oceanos, mares, os continentes, os países, seus governos, as sociedades como funcionam e ter um mínimo de senso crítico para o que está acontecendo com a sua vida e a vida dos seus mais próximos.

Afunilando o raciocínio para a segurança pública nas cidades brasileiras, inevitável perceber, com o bom senso que informações e leitura conseguem passar, especialmente aos abnegados por leitura de livros, revistas, jornais, ouvintes de rádio e pastoradores de telejornais nas televisões, incluindo o infinito de liberdade de opinião que hoje está na internet, com seus blogs e seus sitios clasificados como mídias sociais, que o problema está nas cidades e não é causado por políticas dos administradores públicos municipais.

Não! Dessa vez, prefeitos e vereadores não tem nenhum culpa, mesmo que seus municípios tenham uma Guarda Municipal eficiente. Ou não.

Aliás, em que pese o Estado, dentro da República Brasileira, manter polícias civil, militar, de trânsito, Corpo de Bombeiros, patrimonial, também não deve ser o culpado pelos problemas da falta de segurança pública nas cidades. Nem o governador e nem os deputados estaduais.

Basta um olhar mais atento, mais minucioso, para se perceber que a política nacional de segurança pública é a maior responsável pela ausência de segurança pública nas cidades.

Os municípios nada podem fazer. Não legislam sobre isso. Os Estados também nada podem fazer, pois também não legislam sobre isso. Aliás, criam programas de proteção ao cidadão com o pouco que tem e usando muita criatividade sofista.

O cidadão, pasmem, foi desarmado pelo poder público, pelo poder de polícia do governo federal e dos governos estaduais, cumprindo uma legislação nacional, que não leva em conta nem as peculiaridades e diferenças da vida nas cidades e no campo.

Por isso o bandido, o criminoso, parece receber a proteção do Estado. Porque ele, o facínora, sabe que vai atacar usando as armas ilegais que tem, o pobre do coitado do cidadão que não pode possuir, nem portar e nem usar uma arma de fogo.

Assim fica mais fácil roubar, assaltar e matar. O bandido sabe que do outro lado, está um cidadão indefeso.

Jogar, nas redes sociais, a culpa dessa situação nos governantes estaduais e nos prefeitos, é pura inocência.

A culpa é da Presidência da República, do Ministério da Justiça, do Congresso Nacional e dos parlamentares federais que aprovaram e não sabem revogar, uma legislação que deixa os pobres dos cordeiros desarmados, à mercê da vontade criminosa dos lobos armados.

Quanta inocência dos que se arvoram de cobrar prefeitos e governadores por uma irresponsável falta de segurança pública, quando os culpados são outros.

É por aí!…

 

COLUNA É POR AÍ!… REVISTA FOCO JULHO 2013

O POVO NAS RUAS QUER MUDANÇAS

Quem diria que o povo brasileiro iria pras ruas protestar livremente? Caracterizado como ordeiro, pacato e da paz, o povo antigamente precisava do chamamento de um partido político, de uma central sindical, de um sindicato ou de uma associação para ir às ruas protestar. Agora tudo muda.

O povo, livre, foi às ruas, sem partidos políticos, sem centrais sindicais, sem sindicatos, sem associações, sem clubes. É assim que está acontecendo: o povo está indo livre às ruas do Brasil protestar contra tudo o que está errado.

O que se deseja é um sistema de transporte coletivo público, eficiente e barato, primeiro pavio a se acender no mar das insatisfações coletivas.

Depois, a luta das ruas ganhou novos argumentos de luta: O povo quer mais saúde pública; deseja mais educação pública; reivindica mais segurança pública e luta ardorosamente por um combate mais eficiente à corrupção, prática descabida e imoral que corrói as instituições da Nação Brasileira.

As autoridades públicas, começando pela presidente Dilma Rousseff e pelos presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, ficaram assustadas e trataram de anunciar providências, que vão desde o anúncio da importação de médicos até a aprovação de leis para acalmar as ruas.

Até agora, as medidas anunciadas não surtiram o efeito desejado. Muito antes pelo contrário: atiçaram mais a fome de justiça do povo.

Também há quem veja em alguns setores dos protestos contra Dilma, o dedo do ex-presidente Lula e dos condenados no processo do Mensalão, José Dirceu, José Genoíno e João Paulo Cunha.

Não devemos acreditar, até porque o destino dos condenados é a cadeia, enquanto o ex-presidente Lula dedica todo o seu tempo a cuidar da própria saúde.

É por aí!….

O MARKETING DE ROSALBA É…

Muito se tem especulado sobre os objetivos do marketing da governadora Rosalba Ciarlini. Sem obras e realizações de governo para mostrar ao povo (excessão para a Arena das Dunas), a maior preocupação dos principais assessores da governadora é criar situações negativas e de embaraço público para o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves.

… BATER NO PREFEITO CARLOS EDUARDO

Entendem esses mesmos ‘pensadores políticos’ que a principal derrota da governadora será o sucesso do prefeito Carlos Eduardo. Portanto (estariam eles a defender), seria preciso denunciar e escandalizar qualquer ato administrativo do prefeito Carlos Eduardo, ou dos secretários municpais, como forma de ocupar espaços na mídia, e ao mesmo tempo, esconder a governadora Rosalba e os seus fracassos da opinião pública.

HENRIQUE E GARIBALDI ESTÃO DE OLHO

Assessores do presidente da Câmara dos Deputados, deputado Henrique Eduardo Alves, e do ministro da Previdência Social, o senador licenciado Garibaldi Alves Filho, estariam acompanhando atentamente essa ação do marketing de Rosalba (de bater em Carlos Eduardo), e repassam relatórios para o primo e o tio do prefeito.

CARLOS EDUARDO NA PAZ COM O POVO

Aplaudido pela maioria dos empresários da Federação do Comércio e da Câmara de Dirigentes Lojistas, o prefeito Carlos Eduardo agradeceu o convite para apresentar um relatório de prestação de contas dos seus primeiros 200 dias como prefeito de Natal, que agradou e convenceu os presentes.

SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA

Preocupa a governadora Rosalba Ciarlini, o despreparo do seu governo, que não consegue equacionar os problemas da saúde, da educação e da segurança públicas. Profissionais da saúde e da segurança estão em ‘pé de guerra’ com o Governo Rosalba.

BIOMETRIA NA HORA DO VOTO

Prossegue o Projeto de Revisão Eleitoral com Coleta Biométrica, realizado pelo TRE-RN, para os mais de 520 mil eleitores de Natal.

FRASES

É uma vitória do Estado.” Da governadora Rosalba Ciarlini, sobre o empréstimo que viabiliza o RN Sustentável, no portalnoar.com.br.

É a salvação do Governo Rosalba.” Do senador José Agripino, sobre o RN Sustentável, no portalnoar.com.br.

O RN Sustentável (…) duvido que o Governo consiga executá-lo, que tenha condição de colocá-lo em prática.” Do deputado José Dias, no portalnoar.com.br.

Rosalba Ciarlini vai ter mais um abacaxi para descascar com os policiais civis. Nada de concurso ou aumento salarial para categoria.” Da jornalista Laurita Arruda, no seu blog Território Livre.

De estilingue à vidraça, preferi o silêncio.” Da advogada Laurita Arruda Câmara, sobre a viagem ao Rio no avião da FAB, no seu blog Território Livre.

“Eu nunca faço nada se eu achar que está errado. Os meus princípios são maiores do que qualquer legalidade, que qualquer lei.” Do publicitário Arturo Arruda Câmara, ao jornalista Agostinho Teixeira, na Rádio Bandeirantes.

“Eu sei lidar com jornalista e sei que jornalista adora botar palavra na boca de entrevistado.” Do publicitário Arturo Arruda Câmara, ao jornalista Agostinho Teixeira, na Rádio Bandeirantes.

Da mesma forma que até dois meses era pecado falar mal do governo Dilma, agora existe repressão p falar do estado de saúde de Lula!” Do jornalista e advogado Gustavo Negreiros, no seu Twitter.

“Dilma foi pro culto orar. Será que ela vai findar pastora igual a Micarla?” Do empresário Gustavo Rocha, no seu Twitter.

Eu passo 1/3 do meu tempo procurando trabalho, 1/3 trabalhando, e 1/3 tentando receber o pagamento combinado.” Do escritor, compositor e poeta Bráulio Tavares, no seu Twitter.

ME DISSERAM!…

… Que a estratégia o marketing de Rosalba Ciarlini, de bater em Carlos Eduardo, não agrada a Agnelo, nem a Henrique e muito menos a Garibaldi, todos com sobrenome Alves. Será?…

… Que ninguém conseguiu encaixar respeito a ética e a moral nas explicações sobre o uso do avião da FAB pelo deputado Henrique Alves. Será?…

… Que a presidente Dilma está se aproxima mais de líderes religiosos, ao mesmo tempo em que, paradoxalmente, se distancia de líderes políticos. Será?…

… Que as pessoas que procuram ler notícias sobre governos, acabam lendo notícias sobre corrupção. Será?…

REVISTA FOCO – JULHO DE 2013 – BREVE NAS BANCAS E NA CASA DOS ASSINANTES.