CONDENAÇÕES SOMAM MAIS DE MIL E TREZENTOS ANOS EM 3 ANOS DE LAVA JATO

Juiz Sérgio Moro condena corruptos na Operação Lava Jato. * Foto – Internet – Parceiro – Agência O Globo

Anote aí esses números:

São 3 anos de Operação Lava Jato;

746 buscas e apreensões;

183 pedidos de cooperação internacional;

155 acordos de colaboração com investigados;

10 acordos de leniência com empresas;

56 acusações criminais em primeira instância;

260 pessoas processadas;

26 sentenças condenatórias;

130 réus condenados;

As penas imputadas aos condenados, somam mais de 1 mil e 300 anos, e,

Mais de 10 bilhões de reais serão devolvidos aos cofres públicos.

Isso é muito bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

PRESSÃO POLÍTICA FAZ OSMAR SERRAGLIO MINISTRO DA JUSTIÇA NO GOVERNO TEMER

 Deputado Osmar Serraglio. * Foto – Internet – Gilvaldo Barbosa – Agência O Globo

O novo ministro da Justiça no governo Michel Temer, é o deputado federal paranaense Osmar Serraglio, do PMDB.

Substitui Alexandre de Moraes, que era indicado pelo PSDB.

Alexandre será o novo ministro no Supremo Tribunal Federal – STF, indicado pelo presidente Michel Temer e aprovado pelo Senado da República, como manda a Constituição do Brasil.

O PMDB esperneou para conseguir colocar mais um filiado no governo Temer. E conseguiu!

O novo ministro promete respeitar a Operação Lava Jato e não interferir nas investigações da Polícia Federal, de combate a corrupção no país.

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

LAVA JATO AJUDA A DESMONTAR MECANISMO DE EXPLORAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

José Padilha dirige filme sobre a Lava Jato. * Foto – Internet – Monica Imbuzeiro – Agência O Globo

Tese é defendida em texto que o jornalista e cineasta José Padilha, diretor de Tropa de Elite, publicou no Blog do Noblat / O Globo.

O texto de José Padilha foi compartilhado pelo procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, em seu perfil do Facebook e ganhou vários compartilhamentos voluntários.

É uma análise sobre o “Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira.”

“A importância da Lava-Jato Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira.

1) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

3) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

4) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

5) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

8) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Ótimas as percepções de José Padilha sobre a realidade brasileira!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

LAVA JATO AJUDA A DESMONTAR MECANISMO DE EXPLORAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA

José Padilha dirige filme sobre a Lava Jato. * Foto – Internet – Monica Imbuzeiro – Agência O Globo

Tese é defendida em texto que o jornalista e cineasta José Padilha, diretor de Tropa de Elite, publicou no Blog do Noblat / O Globo.

O texto de José Padilha foi compartilhado pelo procurador da República, Deltan Dallagnol, da Força Tarefa da Lava-Jato, em seu perfil do Facebook e ganhou vários compartilhamentos voluntários.

É uma análise sobre o “Mecanismo de Exploração da Sociedade Brasileira.”

“A importância da Lava-Jato Vinte e sete enunciados sobre a oportunidade de desmontar o mecanismo de exploração da sociedade brasileira.

1) Na base do sistema político brasileiro, opera um mecanismo de exploração da sociedade por quadrilhas formadas por fornecedores do Estado e grandes partidos políticos. (Em meu último artigo, intitulado Desobediência Civil, descrevi como este mecanismo exploratório opera. Adiante, me refiro a ele apenas como “o mecanismo”.)

2) O mecanismo opera em todas as esferas do setor público: no Legislativo, no Executivo, no governo federal, nos estados e nos municípios.

3) No Executivo, ele opera via superfaturamento de obras e de serviços prestados ao estado e às empresas estatais.

4) No Legislativo, ele opera via a formulação de legislações que dão vantagens indevidas a grupos empresariais dispostos a pagar por elas.

5) O mecanismo existe à revelia da ideologia.

6) O mecanismo viabilizou a eleição de todos os governos brasileiros desde a retomada das eleições diretas, sejam eles de esquerda ou de direita.

7) Foi o mecanismo quem elegeu o PMDB, o DEM, o PSDB e o PT. Foi o mecanismo quem elegeu José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

8) No sistema político brasileiro, a ideologia está limitada pelo mecanismo: ela pode balizar políticas públicas, mas somente quando estas políticas não interferem com o funcionamento do mecanismo.

9) O mecanismo opera uma seleção: políticos que não aderem a ele têm poucos recursos para fazer campanhas eleitorais e raramente são eleitos.

10) A seleção operada pelo mecanismo é ética e moral: políticos que têm valores incompatíveis com a corrupção tendem a ser eliminados do sistema político brasileiro pelo mecanismo.

11) O mecanismo impõe uma barreira para a entrada de pessoas inteligentes e honestas na política nacional, posto que as pessoas inteligentes entendem como ele funciona e as pessoas honestas não o aceitam.

12) A maioria dos políticos brasileiros tem baixos padrões morais e éticos. (Não se sabe se isto decorre do mecanismo, ou se o mecanismo decorre disto. Sabe-se, todavia, que na vigência do mecanismo este sempre será o caso.)

13) A administração pública brasileira se constitui a partir de acordos relativos a repartição dos recursos desviados pelo mecanismo.

14) Um político que chega ao poder pode fazer mudanças administrativas no país, mas somente quando estas mudanças não colocam em xeque o funcionamento do mecanismo.

15) Um político honesto que porventura chegue ao poder e tente fazer mudanças administrativas e legais que vão contra o mecanismo terá contra ele a maioria dos membros da sua classe.

16) A eficiência e a transparência estão em contradição com o mecanismo.

17) Resulta daí que na vigência do mecanismo o Estado brasileiro jamais poderá ser eficiente no controle dos gastos públicos.

18) As políticas econômicas e as práticas administrativas que levam ao crescimento econômico sustentável são, portanto, incompatíveis com o mecanismo, que tende a gerar um estado cronicamente deficitário.

19) Embora o mecanismo não possa conviver com um Estado eficiente, ele também não pode deixar o Estado falir. Se o Estado falir o mecanismo morre.

20) A combinação destes dois fatores faz com que a economia brasileira tenha períodos de crescimento baixos, seguidos de crise fiscal, seguidos de ajustes que visam conter os gastos públicos, seguidos de novos períodos de crescimento baixo, seguidos de nova crise fiscal…

21) Como as leis são feitas por congressistas corruptos, e os magistrados das cortes superiores são indicados por políticos eleitos pelo mecanismo, é natural que tanto a lei quanto os magistrados das instâncias superiores tendam a ser lenientes com a corrupção. (Pense no foro privilegiado. Pense no fato de que apesar de mais de 500 parlamentares terem sido investigados pelo STF desde 1998, a primeira condenação só tenha ocorrido em 2010.)

22) A operação Lava-Jato só foi possível por causa de uma conjunção improvável de fatores: um governo extremamente incompetente e fragilizado diante da derrocada econômica que causou, uma bobeada do parlamento que não percebeu que a legislação que operacionalizou a delação premiada era incompatível com o mecanismo, e o fato de que uma investigação potencialmente explosiva caiu nas mãos de uma equipe de investigadores, procuradores e de juízes, rígida, competente e com bastante sorte.

23) Não é certo que a Lava-Jato vai promover o desmonte do mecanismo. As forças politicas e jurídicas contrárias são significativas.

24) O Brasil atual está sendo administrado por um grupo de políticos especializados em operar o mecanismo, e que quer mantê-lo funcionando.

25) O desmonte definitivo do mecanismo é mais importante para o Brasil do que a estabilidade econômica de curto prazo.

26) Sem forte mobilização popular, é improvável que a Lava-Jato promova o desmonte do mecanismo.

27) Se o desmonte do mecanismo não decorrer da Lava-Jato, os políticos vão alterar a lei, e o Brasil terá que conviver com o mecanismo por um longo tempo.”

Ótimas as percepções de José Padilha sobre a realidade brasileira!

Isso é bom para o Brasil!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

BRASÍLIA ESTÁ QUENTE, MAS CLIMA POLÍTICO SÓ VAI ESQUENTAR PRÓXIMA SEMANA

A presidente Cármem Lúcia: a candura do coração e o pulso firme da justiça. * Foto – Internet – O Globo – Jorge William – Agência O Globo.

Está nas mãos da presidente do Supremo Tribuna Federal – STF, ministra Cármem Lúcia, manter o governo brasileiro em harmonia, a partir da próxima semana.

Apesar do calor e da falta de água, só o STF pode “agarrar o touro pelos chifres”, no Brasil de hoje.

Os fatos mais importantes do país, neste momento, estão semi-prontos para sairem do STF.

Marcelo Odebrecht. * Foto – Internet – Pensar Brasil.

O primeiro deles é, inegavelmente, a homologação do Acordo de Leniência do Grupo Odebrecht e a aceitação da Colaboração Premiada dos seus mais de 70 diretores, na Operação Lava Jato.

 Rodrigo Maia. * Foto – Internet – O Globo.

O segundo será analisar e julgar, a participação do deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, no seu processo sucessório, como candidato à reeleição e como presidente da Casa e do processo eleitoral.

Autoridade máxima do Poder Judiciário no país, Cármem Lúcia é uma mulher de fibra forte e vaio contribuir para manter governantes e povo em equilíbrio.

Renan Calheiros. * Foto – Internet – Marcos Oliveira – Agência Senado.

O Poder Legislativo vai mudar os presidentes das duas Câmaras: a Alta, o Senado da República, e a Baixa, a Câmara dos Deputados (ou Câmara Federal). As eleições acontecerão na quarta-feira, dia primeiro de fevereiro, no Senado; e na quinta-feira, dia 2 de fevereiro, na Câmara dos Deputados.

Eunício Oliveira. * Foto – Internet – Tribuna do Ceará – Uol.

Renan Calheiros (PMDB-AL) sai da presidência do Senado e o seu partido quer eleger Eunício Oliveira (PMDB-CE) para o cargo.

 José Medeiros. * Foto – Internet – Época.

Mas também tem o senador José Medeiros (PSD-MT), como candidato alternativo, de oposição, tentando convencer os senadores a mudar o comando daquela casa legislativa.

Jovair Arantes. * Foto – Internet – Veja – Abril.com.

Na Câmara dos Deputados, além da insistência de Rodrigo Maia pela sua reeleição, também os deputados Jovair Arantes (PTB-GO) e Rogério Rosso (PSD-DF) almejam a mesma posição.

 Rogério Rosso. * Foto – Internet – Cláudio Araújo – PSD.

O Poder Executivo acompanha, observa e participa, sem brigar, sem tomar partido.

Michel Temer. * Foto – Internet – Correio Braziliense – Orlando Brito – Divulgação.

Não é do estilo do presidente Michel Temer bater de frente com adversários ou inimigos.

É como se ele preferisse cortar caminho para não encontrar confusão e trabalhar os seus objetivos políticos sem enfrentamento.

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

 

LIVRE PENSAR É SÓ PENSAR. TEORI E AS TEORIAS. CONSPIRAÇÃO E MEDO!

 José Sarney, o grande ‘consigliere’. * Foto – Internet – Edilson Rodrigues – Agência Senado.

Dá medo pensar no desenrolar e nas consequências que podem acontecer na vida de todas as pessoas envolvidas no processo da Lava Jato. E até na vida de quem divulga detalhes, mesmo que particulares, sobre a Lava Jato.

O medo de pensar livre e afirmar livremente o que se pensa, leva os homens a esconder no coração as maiores e piores suspeitas da vida.

Michel Temer teria medo da Lava Jato? * Foto – Internet – Segredos do Mundo – – r7.com.

É de tremer e temer, imaginar que na viagem à Portugal, tenham ficado algumas horas sozinhos, dentro de um dos espaços de um avião da Presidência da República, o presidente Michel Temer, o grande consigliere José Sarney e o ministro do STF e do TSE, Gilmar Mendes.

Na sequência, dá um frio na espinha acreditar na grande coincidência da morte, em acidente aéreo de pequeno porte, do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato, no STF.

E o intestino vai se dobrar de dor, na infecção, ao se imaginar que o Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte jurídica do Brasil, vai sucumbir as coincidências tenebrosas que unem, ou não, estes acontecimentos.

 Gilmar conversou com Temer antes e depois do acidente que vitimou Teori. * Foto – Internet – André Coelho – Agência O Globo.

E imaginar que Gilmar Mendes foi conversar com o presidente Michel Temer, na residência oficial do Alvorada, no final da tarde de domingo, depois do sepultamento do corpo inerte, sem voz, sem comando na Lava Jato, do ministro Teori Zavascki.

Logo Gilmar, que agora é o único homem que conversou com o presidente Michel Temer, antes e depois do acidente que vitimou Teori.

Impossível não imaginar que eles não tenham conversado sobre a Lava Jato e os incômodos que a operação está causando nos meios políticos.

É muita coincidência!

Particularmente, tenho medo de coincidências!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

 

MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES FALTA COM A VERDADE (?) E CONTINUA NO GOVERNO TEMER

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* Foto – Internet: Givaldo Barbosa – Agência O Globo.

Por muito menos, no caso do apartamento de Salvador e o imbróglio com o IPHAN, o ministro Geddel Vieira Lima foi demitido.

Mas, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, não! É homem forte!

Numa entrevista esta semana, ele declarou que o governo de Roraima não havia pedido apoio para resolver o problema interno dos detentos do presídio daquele estado.

Flagrado com um documento assinado por ele mesmo, negando esse apoio, o ministro desconversou e ficou por isso mesmo.

Compete a Comissão de Ética da Presidência da República, abrir um processo, apurar se o ministro faltou mesmo com a verdade ou mentiu e, confirmando, recomendar uma punição.

O atual presidente da CEP é Mauro de Azevedo Menezes. Também compõem a comissão: Américo Lourenço Masset Lacombe, Marcello Alencar de Araújo, Suzana de Camargo Gomes, Marcelo de Oliveira Fausto Figueiredo Santos, Luiz Augusto Fraga Navarro de Britto Filho e José Leite Saraiva Filho.

Pra quem ainda não sabe, segundoo Portal Brasil, “a Comissão de Ética deverá ser integrada por sete brasileiros que preencham os requisitos de idoneidade moral, reputação ilibada e notória experiência em administração pública, designados pelo Presidente da República, para mandatos de três anos, não coincidentes, permitida uma única recondução”.

Diz ainda o portal de informações do governo federal: “A atuação no âmbito da CEP não enseja qualquer remuneração para seus membros e os trabalhos nela desenvolvidos são considerados prestação de relevante serviço público”.

Aguardemos!

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com

SENADOR ÁLVARO DIAS QUER JOSÉ MARANHÃO NA PRESIDÊNCIA DO SENADO

 

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* Foto – Internet: Ailton Freitas – Agência O Globo.

José Maranhão, senador paraibano, do PMDB, tem uma chance rara de ser o próximo presidente do Senado da República. Se depender da vontade do senador paranaense Álvaro Dias e de muitos outros senadores que não aceitam o nome do senador Eunício Oliveira, do PMDB cearense, escolhido por Renan Calheiros, atual presidente, do PMDB de Alagoas, como candidato à sua sucessão.

Álvaro Dias manifestou seu apoio ao senador José Maranhão, em discurso, onde agradeceu o tratamento que recebeu de Maranhão, na Comissão de Constituição e Justiça.

“Agradeço a forma como fui tratado nesta Comissão e a primazia que tive de relatar matérias importantes”, destacou.

Ele também ressaltou que José Maranhão sempre procurou administrar a CCJ com isenção, afirmando que ele agiu com parcimônia, imparcialidade, inteligência e muita elegância.

Álvaro Dias finalizou, dizendo que não tem nenhuma dúvida em afirmar, que José Maranhão: “ficaria muito bem na cadeira de Presidente do Senado Federal, a partir de fevereiro do próximo ano. Teria o nosso voto e o nosso apoio”, declarou.

Vários senadores saudaram Maranhão e alguns chegaram a lamentar que o regimento da Casa não permita a recondução do presidente da CCJ.

O paraibano foi saudado e teve seu trabalho elogiado pelos senadores Simone Tebet (PMDB/MS), Valdir Raupp (PMDB/RO), Alvaro Dias (PV/PR), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB/SP), José Agripino (DEM/RN), Antônio Anastasia (PSDB/MG), José Pimentel (PT/CE), Magno Malta (PR/ES), Randolfe Rodrigues (REDE/AP) e Gleisi Hoffmann (PT/PR).

Agradecendo, Maranhão informou que “A CCJ apreciou diversas matérias de relevante interesse nacional, mantendo elevada – mesmo em ano eleitoral – sua produtividade e contribuindo sobremaneira para a considerável produção do Senado. Com isso, a CCJ soube, mais uma vez, responder às demandas da sociedade”, disse.

Com José Maranhão na presidência, ao longo de 2016, a CCJ realizou 43 reuniões, apreciou 330 matérias relevantes e ainda realizou seis audiências públicas, mesmo no período mais turbulento do impeachment da ex-presidente Dilma: “Aqui nós temos os maiores cérebros do Senado da República, mas também temos homens e mulheres de bem, que souberam dar a sua contribuição para que a nossa legislação.”

São três, os motivos que colocam José Maranhão em condições de exercer a presidência do Senado, neste momento de crise: a experiência política, o respeito dos outros senadores e o respeito das autoridades do Poder Executivo e do Poder Judiciário.

É por aí!…

Casciano Vidal

PS. Para falar com o autor: cascianovidal@gmail.com